O chapéu Floppy, por ser um modelo de aba larga, é uma boa opção para os dias de sol do verão. Os chapéus dessa coleção são muito versáteis, e podem ser usado em praticamente qualquer situação. São totalmente laváveis, e podem ser usados na praia ou na piscina. Mas também podem ser usados em outras situações do dia a dia, durante o dia, para proteger o rosto do sol.
Confira 6 inspirações de look com o Floppy:
Nessa inspiração de look, ele vem com uma proposta de uso para ir à praia: com biquini e uma camisa que pode ser usada como saída de praia, combinada a um short. A estampa é o clássico Chevron, imortalizada nos anos 50 pela Missoni, em uma combinação ainda mais clássica das cores preto e branco. Como já vimos, uma boa forma de combinar estampas diferentes é quando as duas peças têm a mesma cor (no caso, preto e branco). Esse é um look do figurino de "Dias de Sol", o fashion Film da coleção de chapéus Floppy de verão, inpirados nos anos 70 e 80 e também nos modelos usados pela cantora Anitta. Você também pode trocar o sutiã de biquini que vai por baixo da camisa por um Top, ou mesmo usar somente com a camisa e um vestido, no caso de um look para o dia a dia, em situações diferentes de praia ou piscina.
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Nessa inspiração de look, ele vem com uma proposta de uso
para um passeio durante o dia. Um top cropped amarrado nas costas, que
você pode combinar com short ou saia jeans. O top tem um estilo muito
voltado ao visual pin up, assim como a estampa de abacaxi do chapéu.
Para completar um modelo de óculos escuros que as pin ups adoram: um
híbrido entre o modelo gatinha e o formato de coração. Assim, você pode
usar no dia a dia um visual pin up contemporâneo bem despojado e
informal, típico do verão.
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Nessa inspiração de look, ele vem com uma proposta de uso para um passeio durante o dia. Uma blusa "ciganinha" (ombro a ombro), que você pode combinar com short ou saia jeans. A blusa tem um estilo muito voltado ao visual pin up, já que era usado nos anos 40. Também se tornou um clássico, muito usado até os dias de hoje. O chapéu tem uma estampa de arabescos típica dos anos 70, com uma cartela de cor também condizente com essa época. Para completar um modelo de óculos escuros que combina muito com os anos 70, com as lentes em tamanho bem grande. Assim, você pode usar no dia a dia um visual retrô contemporâneo bem despojado e informal, típico do verão.
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Nessa inspiração de look, ele vem com uma proposta de uso para um passeio durante o dia. Mais uma vez, o top cropped amarrado nas costas, que você pode combinar com short ou saia jeans. O top tem um estilo muito voltado ao visual pin up, e a estampa floral do chapéu é bem alegre e atemporal. Para completar um modelo de óculos escuros que as pin ups adoram: um híbrido entre o modelo gatinha e o formato de coração. Assim, você pode usar no dia a dia um visual pin up contemporâneo bem despojado e informal, típico do verão.
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Nessa inspiração de look, ele vem com uma proposta de uso para um passeio durante o dia. Um body "ciganinha" (com babados) de um ombro só, bem ao estilo dos anos 80, combinado com short jeans. O chapéu tem uma estampa de folhagem tropical, que combina muito com o verão. Para completar, um modelo de óculos escuros que combina muito com os anos 70 e 80, com as lentes em tamanho bem grande. Você também pode trocar o short por uma saia jeans. Assim, você pode usar no dia a dia um visual retrô.
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Mais uma vez, o chapéu com estampa de abacaxi, que remete ao estilo pin up. Nessa inspiração de look, ele vem com uma proposta de uso para ir à praia: com biquini e um vestido ou blusa que pode ser usada como saída de praia, combinada a um short. Uma variação desse look para usar no dia a dia é trocar um biquini por um top. Para completar um modelo de óculos escuros que as pin ups adoram: um híbrido entre o modelo gatinha e o formato de coração. Assim, você pode usar no dia a dia um visual pin up contemporâneo bem despojado e informal, típico do verão. Esse é um look do figurino de "Dias de Sol", o fashion Film da coleção de chapéus Floppy de verão, inpirados nos anos 70 e 80 e também nos modelos usados pela cantora Anitta.
Se você ainda não viu o filme dessa coleção, aproveite para conferir agora:
Se você não viu o video com dicas para combinar estampas, aproveite e confira agora:
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Tem novidade na loja! Os novos chapéus de verão já estão disponíveis na loja! Confira o Fashion Film da coleção nova:
Esta coleção de chapéus é inspirada nos chapéus Floppy usados pela cantora Anitta, e também nos anos 70 e 80. A proposta é um retrô contemporâneo, com chapéus laváveis que podem ser usados praticamente em qualquer ocasião, pensados para o verão e os dias ensolarados.
Existem diferentes modelos de
chapéus de aba larga, e o uso dos mais diferentes modelos existe desde, pelo
menos, o século XVIII. Eles sempre foram usados tanto por questões de status
social quanto por necessidades práticas de proteger o rosto do sol. Neste post,
vou falar apenas de modelos que marcaram o século XX.
Aqui no Brasil, os chapéus de aba
larga, de diferentes modelos, costumam ser chamados de Capeline. Não sei o
motivo desse nome. Eu pesquisei, e não encontrei nada sobre este termo, em
nenhuma outra língua diferente do português. A não ser referências a um
material chamado carapuça, que é usado para modelar chapéus. O Brasil é o único
país do mundo que utiliza este termo para falar de chapéus de aba larga.
Garden Hats
No início do século XX, no
período da Belle Époque, eram usados os chamados “chapéus de jardim”. Ou seja:
chapéus usados em passeios ao ar livre, especialmente para receber visitas no
jardim de casa ou mesmo para fazer essas visitas. Alguns desses modelos tinham
abas em tamanho grande. Normalmente, eram enfeitados com flores e fitas.
Começaram a ser usados ainda na Era Vitoriana, e essa moda continuou nos anos
seguintes. Esses modelos se assemelham muito ao chamado “Merry Widow Hat”, do
qual eu vou falar mais adiante.
Alguns modelos de Garden Hats.
Merry Widow Hat
O chamado “Chapéu da Viúve Feliz”
é uma espécie de versão exagerada dos chapéus de jardim que possuíam abas
largas. Marcou o período da Belle Époque, nas primeiras décadas do século XX, e
se inspirou em um chapéu mais antigo: o Gainsborough Hat, do século XVIII.
Nos primeiros anos de 1900, uma
opereta chamada “The Merry Widow” (premiada em 1907) fez um grande sucesso.
Criado pela figurinista Lucile, para o espetáculo, o Merry Widow Hat se
popularizou com a atriz Lilly Elsie, que fez muito sucesso e foi uma das
mulheres mais fotografadas da Belle Époque. O tamanho e o formato do chapéu
contribuíam para criar uma silhoueta em “S”, a conhecida “ampulheta”.
Lilly Elsie, a atriz que popularizou o Merry Widow Hat
Com uma aba bem larga, ele
costumava ter enfeites também grandes e exagerados, com laços, fitas, plumas e
flores, e às vezes até pássaros. Frequentemente tinha um voilette, que
geralmente era em estilo birdcage veil, no material que chamamos por aqui de
tela francesa. Geralmente, era confeccionado em preto ou cores escuras.
Alguns modelos eram de tamanho bem exagerado.
Essa tendência de chapéus grandes
perdurou por alguns anos, e se tornou um código de vestimenta da moda e também
um sinônimo de status social. Esse modelo de chapéu marcou a transição social
das vestimentas e dos valores da sociedade na virada do século. A popularidade
do Merry Widow perdurou até a Primeira Guerra Mundial.
Mushroom Hat
Este modelo, que se assemelha a
um cogumelo, tem duas variações muito diferentes. A primeira delas fez muito
sucesso nos anos 20. O Mushroom já era usado entre os anos 1870 e 1880. E
durante essa época, costumava ser feito de palha. Nessa época, alguns modelos
tinham tamanho mais exagerado, e seguiam o estilo dos chapéus de jardim e Merry
Widow Hats.Mas ganhou maior
popularidade nos anos 20.
Nos anos 20, o modelo fica um
pouco menor e assemelha bastante ao cloche, mas em versão com abas largas. Eram
usados durante o dia, especialmente à tarde, e protegiam o rosto do sol.
Possuía uma copa redonda e alta, como a do cloche. A aba não tinha um tamanho
particularmente tão grande assim, como o Merry Widow Hat, por exemplo, ou
outros conhecidos do século XX. O tamanho das abas era médio. Mas era uma das
maiores abas da época, em comparação com outros modelos usados, como o cloche e
os solidéus.
A segunda variação do “Chapéu
cogumelo” ficou conhecida como o “Mushroom do New Look”. Surgiu em 1947, e foi
popularizado por Christian Dior. A aba é muito grande, em formato de cogumelo,
e bem maior do que a versão dos anos 20. Essa variação se inspira em outros
modelos com formato de cogumelo, já usados no início do século XX, em versão
maior. Fez muito sucesso nos anos 50 e 60. Costuma ser de palha ou feltro.
A Atriz Audrey Hepburn usou um
chapéu Mushroom no filme “Bonequinha de Luxo” que se tornou muito popular além
de ícone de estilo e elegância.
Cartwheel
Este modelo feminino, de aba
larga e de copa redonda geralmente baixa, se tornou popular alguns anos antes
da Primeira Guerra Mundial, e teve auge entre os anos 30 e 50. A tendência foi
descoberta em 1914, pelo jornal “Milwaukee Sentinel”. Estas primeiras versões
eram revestidas com veludo, tafetá ou seda, e geralmente decoradas com flores e
penas.
Nos anos 30, este chapéu começa a
se destacar no cinema, usado pelas atrizes de Hollywood. Nessa época, o
Cartwheel fez sucesso não só nos EUA, mas também na França e na Austrália.O Filme “E o vento levou...” ajudou a
popularizar o modelo. O chapéu usado por Scarlet O’Hara era algo entre um
cartwheel e um floppy, com abas ligeiramente flexíveis. De uma forma ou de
outra, o filme ajudou a popularizar o glamour dos chapéus de aba larga, e do
Cartwheel em particular.
É um pouco menos usado na época
da Segunda Guerra, por causa da escassez de materiais. Nos final dos anos 40, o
Cartwheel ressurge repaginado, como parte do estilo New Look. Mais do que isso:
um ícone do estilo criado por Christian Dior. Rita Haywoth usou um cartwheel no
próprio casamento em Aly Khan, em uma versão de material transparente, e
combinando com um vestido plissado. O casamento discreto gerou grande interesse
e réplicas da roupa da noiva. Essa combinação do Cartwheel com vestidos
plissados foi chamada de “nova silhueta”.
O Cartwheel foi pouco usado durante a Segunda Guerra Mundial. Volta a ser popular a partir de 1946, e ressurge com o New look.
O modelo se torna uma referência
de estilo e elegância, além de se tornar o preferido para casamentos diurnos ao
ar livre, até os dias de hoje. Pode ser de palha ou de feltro. O de palha
costuma ser muito usado no verão por causa da aba grande, que protege o rosto
do sol.
Lampshade Hat
Este modelo, parecido com uma
luminária ou abajour, possui uma copa alta, como uma cartola, e chega a lembrar
um cone, mas com o topo da copa reto. Lembra tanto o modelo Pillbox quanto o
Peach Basquet, também conhecido como Bucket (balde).
O Lampshade foi popularizado nos
anos 50 por Christian Dior, e continuou fazendo sucesso ainda nos anos 60. Ele
aparecia tanto em versões simples como decoradas. Por volta de 1956, o modelo,
assim como o Pillbox, passou a fazer mais sucesso do que o Mushroom tradicional
da época, sendo muitas vezes confundido com ele. O sucesso também acabou
superando o do cartwheel. Em 2008, o Lampshade teve um revival promovido por
John Galliano.
Floppy Hat
O Floppy é mais um modelo
inspirado no Gainsborough Hat, do século XVIII. O primeiro chapéu a ser
considerado um Floppy moderno foi um modelo usado por Greta Garbo, em uma
versão do filme “Anna Karenina”, em 1935.
Este chapéu fez muito sucesso nos
anos 60, inspirado em modelos de aba larga – especialmente de cartwheels – dos
anos 20 e 30. A atriz Faye Dunaway contribuiu para a popularidade do Floppy,
sendo ela uma grande adepta do acessório. Nos anos 70, ele se torna um símbolo
da cultura hippie e boêmia, e daquilo que ficaria conhecido como “Boho”.
Geralmente era feito de feltro, e usado com cabelos longos e soltos.
O modelo se parece muito com o
Cartwheel, mas com uma aba ondulada e flexível. Além disso, o Floppy algumas
vezes possui uma copa um pouco mais funda. Pode ser de feltro ou de palha. Este
último é mais popular nas praias, porque as abas largas protegem o rosto do
sol. Ainda é muito usado até os dias de hoje.
E aí? Você gostou dos chapéus de
aba larga e das histórias de cada um dos modelos? Confira alguns chapéus de aba
larga no site: www.madamevintage.com.br