Tem novidade na loja! Os novos chapéus anos 20 já estão disponíveis na loja! Confira o Fashion Film da coleção nova:
Os Anos 20 ficaram conhecidos como os "Anos Loucos", por causa do estilo de vida festeiro e divertido. Esta coleção de chapéus e acessórios é inspirada nos anos 20 e 30, e traz cloches, coquinhos e headbands, para melindrosa nenhuma botar defeito!
Se você gosta do cloche e não sabe exatamente como criar looks com ele, aproveite essas sugestões para se inspirar!
Essa inspiração é com um cloche de aba curtinha, estilo que foi bastante usado nos anos 20. O cloche de feltro é um chapéu muito bom para usar em um tempo mais frio, porque ele ajuda a esquentar a cabeça.
Nesse caso, uma combinação contrastante entre um azul de tom escuro e o vermelho, com uma referência asiática na blusa (algumas estéticas da Ásia influenciaram a moda dos anos 20).
Dependendo do frio, você pode usar esse look com uma calça jeans, e completar com uma bota, um casaco, um cachecol...
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Mais uma inspiração com cloche de aba curta. Nesse caso, a aba tem um estilo diferente, inspirada em um modelo real dos anos 20, publicado em um guia de costura. É ondulada e virada para cima, além de ter uma cor marcante. O laranja faz uma combinação muito boa com o preto. Nesse caso, uma solução muito simples é combinar uma blusa ou vestido laranja com a aba de cor semelhante.
Se o dia estiver muito frio, você pode usar calça e casaco. O lenço, além de esquentar, dá um charme ao look.
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Essa terceira inspiração é um look em preto e branco com cloche. É uma composição com inspiração em elementos dos anos 20. O cloche tem uma estampa de poás na aba, e a blusa tem listras risca de giz. E quem disse que não pode combinar estampas? O segredo é que a padronagem de uma estampa seja menor (no caso o poá, que é bem pequeno), e outra maior. Outra dica é que as listras combinam praticamente com qualquer coisa.
E a terceira dica é combinar estampas que tenham a mesma cor. A combinação de preto e branco é um clássico. imortalizado por Coco Chanel nos anos 20.
Você pode usar esse look com uma calça ou com meia e saia. E um casaquinho sempre vai bem.
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O chapéu Cloche foi um ícone dos anos 20 e do estilo das melindrosas. Também foi um pouco usado com outras formas nos anos 30, 40 e 50, e teve um revival de mais destaque nos anos 60. E continua com popular ainda nos dias de hoje. Eu fiz essa seleção de chapéus Cloche em diferentes modelos. Clique no que você gostou para levar para casa!
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As mulheres dos Anos 20 não saíam de casa sem um chapéu ou
acessório. Apesar de essa década ter como símbolo o cloche, ele não era a única
opção, e existia uma grande variedade de modelos de chapéus e acessórios.
Mushroom
Sofrendo influência dos chapéus de aba larga da Belle Époque,
alguns modelos tinham uma aba ainda um pouco grande, como os Mushroons. Usados
durante a tarde, principalmente durante o verão, costumavam ser feitos de palha
ou tela. O tipo mais comum de enfeite eram a faixa de seda e as flores.
O tipo mais comum de chapéu Mushroom era com enfeite de fitas e flores
Sailor Hat
O Sailor Hat, versão feminina do chapéu Boater, já era usado
a partir do fim do século XIX, e também era popular na década de 20. Podiam ser
de palha, como aversão masculina ou de outros materiais. Geralmente eram
decorados com fita e laço. Costumavam ser muito usados por mulheres que
defendiam o voto feminino (sufragistas).
O Boater e sua versão Sailor Hat eram usados por sufragistas
Chapéu Mosqueteiro ou Musketeer Hat ou Cavalier Hat
Com o lançamento de “Os Três Mosqueteiros”, em 1921, surgiu a
tendência de moda do chapéu mosqueteiro, também chamado de Cavalier. No verão eram usados modelos de palha, e no inverno de
veludo. Existiam o modelo Bicorne, com a aba da frente dobrada, e o modelo
tricorne, como a aba dobrada em três pontos diferentes da cabeça (relembrando
os antigos chapéus que conhecemos como “chapéus de pirata).
Os bicornianos eram mais populares e costumavam ter um arco
para um lado ou longas fitas, penas e joias penduradas.
Eram chapéus casuais e esportivos, mas os mais enfeitados,
com penas e materiais ricos também poderiam ser extravagantes e usados na rua.
Eram feitos de palha ou de feltro. Esse modelo foi popular somente na primeira
metade da década de 20.
Chapéus Musketeers bicornes eram casuais e esportivos.
As Boinas
O modelo Tam O’ Shanter, e suas variações de Tam Hat (uma
versão feminina inspirada no tradicional Tam O’Shanter masculino) era um modelo
bastante popular na época. O Tam O’Shanter era usado tanto por homens quanto
por mulheres. Mas como item de moda, apenas pelas mulheres. Foi muito popular
entre adolescentes e mulheres jovens, tanto no inverno quanto no verão. Esse
modelo de boina foi popularizado pela atriz Clara Bow. Geralmente os modelos
Tam eram feitos de tricô ou crochê, de feltro ou de veludo.
As boinas Tam Hat eram muito populares
A Beret foi outro modelo de boina que fez muito sucesso durante
essa década. Também era a queridinha das adolescentes e das mulheres mais
jovens. Costumava ser feita de feltro ou de tecido, muitas vezes com uma tira
de couro em torno da cabeça. A Beret tinha um visual esportivo, e por isso
costumava ser usada com blusas de marinheiro, blusas de malha, blusas xadrez,
além de uniformes esportivos, como o de equitação. O acessório estava
disponível nas mais diferentes cores.
Muito usada por mulheres jovens, A Beret tinha visual esportivo
Toque Hats
Os chamados Toque Hats eram chapéus feitos de painéis rígidos
e usados na parte superior da cabeça. Típica da década de 20, era o modelo de
mulheres maduras e ricas, que não queriam se parecer com melindrosas (flapper).
Apesar disso, o chapéu também foi adotado por melindrosas da época, embelezado
com contas, lantejoulas, bordados metálicos e pedraria.
Os Toque Hats eram modelos usados por mulheres que não queriam se parecer com as flappers (melindrosas)
Turbantes
Por influência oriental, surgiu a tendência do uso de
turbantes. Usava-se chapéus modelos nesse estilo de turbante e também lenços e
tecidos com amarrações no estilo. Eram enfeitados com penas ou joias, para dar
um visual glamouroso. Era um dos únicos chapéus usados à noite em ocasiões
formais, mas também podia ser feito em modelo diurno. Os turbantes eram muito
usados quando as mulheres não queriam ter trabalho para arrumar o cabelo.
Os turbantes eram usados para ocasiões diurnas e noturnas
Tutorial dos anos 20 para amarrar lenços em estilo turbante
Juliet Cap ou Calot ou Coquinho
O modelo conhecido como Juliet Cap ou Calot (no Brasil também
como “Coquinho”) era bastante usado, assim como solidéus e acessórios
semelhantes a toucas. O modelo de Juliet Cap de Miçangas foi um símbolo
exclusivo dos anos 1920. Era uma touca feita inteiramente de miçangas ou
pérolas, modelada em um estilo cloche sem abas. Por ser um produto caro e
exclusivo, era usado apenas por mulheres muito ricas, e feitos sob encomenda
para combinar com as contas bordadas do vestido. Outros modelos não tão
exclusivos também eram usados, feitos de renda ou de tecido, muito semelhantes
ao cloche. No Brasil, eles são chamados de solidéus. Alguns possuíam franjas de
tecido ou de miçangas e canutilho.
Caps bordados com miçangas e pedrarias.
Cloche: o símbolo dos anos 20
O Cloche, “chapéu sino”, foi o modelo mais icônico da década.
Começou a fazer sucesso por volta de 1925, e continuou a ser usado nos anos 30.
Esse modelo trazia chapéus justos, que faziam com que as mulheres andassem com
o queixo para cima e os olhos abaixados, criando uma sensação de independência
feminina. O uso do cloche incentivava um corte de cabelo mais curto, que
facilitasse o encaixe na cabeça.
O cloche dos anos 20 vinha em modelos justos na cabeça
As abas eram pequenas e leves, e algumas eram usadas
dobradas. Alguns modelos nem mesmo tinham uma aba. Geralmente, tinha enfeites
minimalistas.
Surgiram também modelos com abas caídas nas laterais, muitas
vezes conhecidos como “chapéu de aviador” ou “Aviator hat”.
Diferentes modelos de cloche
Os cloches eram usados o ano todo, e eram feitos de palha,
tela, feltro ou outro tecido. O material variava de acordo com a estação. Era
comum pintar um chapéu de palha da temporada anterior para usar na próxima.
Outros acessórios
Também eram usados headbands, e headpieces semelhantes aos
fascinators modernos. Tudo ao estilo flapper (conhecido no Brasil pelo nome de
melindrosa).
As headbands eram usadas durante a noite, com a maioria das
vestimentas formais até 1925. Essa tendência começou por influência da
exploração da tumba do faraó Tutancâmon, antes dos anos 20. A partir de então,
todas as mulheres queriam se parecer com rainhas egípcias, e passaram a usar
coroas, tiaras e toucados; além de headpieces com penas, pedras e pérolas,
semelhantes ao que chamamos hoje de fascinator (o termo só surgiu nos anos 60).
As atrizes de cinema que tinham estilo flapper (melindrosa) usavam headpieces
especialmente feitos para elas. As penas de pavão eram muito populares, assim
como as cores verde, azul e dourado, típicas da Art Déco da época. Algumas
vezes, as penas eram acompanhadas de pedras. Esses acessórios geralmente eram
presos no cabelo com pentes. Os modelos com pedras ou jóias, eram chamados de
“pente espanhol” (Spanish combs).
Alguns headdresses eram grandes e chamativos, e muitos tinham
um estilo muito próximo ou semelhante à headband. Conhecidos na época pelo nome
de bandeau, tinham folhas elaboradas, borboletas, libélulas e pedras preciosas
cobriam faixas de cabeça em um ou nos dois lados.
Headdresses com joias e pedras preciosas: todas as mulheres queriam se parecer com rainhas egípcias
Um dos modelos de headband da época era usar pérolas, contas,
miçangas e pedras em volta da cabeça. Algumas vezes, fileiras de contas ficavam
penduradas na testa ou em um dos lados. Mesmo colares ou fios de pérolas ou
miçangas eram usados enrolados em torno da cabeça durante eventos formais.
Estilo comum de headband nos anos 20
Outros modelos eram justos na testa e ao redor da cabeça, e
variavam entre fitas, rendas, lenços e outros materiais, como pedraria e
bordados. Em festas e casamentos, era usado o modelo mais elaborado feito em
metal e decorado com pedras. Alguns desenhos eram inspirados no Egito antigo.
Outros modelos tinham estilo Art Déco.
Alguns modelos variavam ente fitas, rendas e pedrarias, posicionados ao redor da cabeça
Além dos modelos de headbands, a tiara também fazia sucesso,
com a influência da estética egípcia (ou do que era visto como egípcio na
época). A tiara egípcia era usada à noite, no alto da cabeça. Os modelos eram
pequenos e delicados. Posteriormente, alguns modelos se fundiram a modelos e
estilos de headbands.
Alguns modelos de tiaras se fundiram a modelos de Headbands, especialmente s de joias e pedrarias
As headbands e tiaras eram usadas com cabelos curtos e lisos
ou ondulados.
Além das headbands e tiaras, era comum também o uso de bandanas e lenços. Muitas vezes os lenços eram usados em estilo bandana, lembrando headbands.
Durante o dia, era comum amarrar um lenço ou fita em volta da
cabeça, em forma de bandana ou headband, muitas vezes com um laço enfeitando um
dos lados da testa ou da cabeça. Outras vezes, eram usados em estilo turbante ou semelhante ao turbante, ou ainda de forma que lembrava um estilo cigano.
Lenços amarrados em estilo bandana: muito comum nos anos 20
Era comum o uso de lenços em formato semelhante ao turbante ou com estilo parecido com o cigano
Existem diferentes modelos de
chapéus de aba larga, e o uso dos mais diferentes modelos existe desde, pelo
menos, o século XVIII. Eles sempre foram usados tanto por questões de status
social quanto por necessidades práticas de proteger o rosto do sol. Neste post,
vou falar apenas de modelos que marcaram o século XX.
Aqui no Brasil, os chapéus de aba
larga, de diferentes modelos, costumam ser chamados de Capeline. Não sei o
motivo desse nome. Eu pesquisei, e não encontrei nada sobre este termo, em
nenhuma outra língua diferente do português. A não ser referências a um
material chamado carapuça, que é usado para modelar chapéus. O Brasil é o único
país do mundo que utiliza este termo para falar de chapéus de aba larga.
Garden Hats
No início do século XX, no
período da Belle Époque, eram usados os chamados “chapéus de jardim”. Ou seja:
chapéus usados em passeios ao ar livre, especialmente para receber visitas no
jardim de casa ou mesmo para fazer essas visitas. Alguns desses modelos tinham
abas em tamanho grande. Normalmente, eram enfeitados com flores e fitas.
Começaram a ser usados ainda na Era Vitoriana, e essa moda continuou nos anos
seguintes. Esses modelos se assemelham muito ao chamado “Merry Widow Hat”, do
qual eu vou falar mais adiante.
Alguns modelos de Garden Hats.
Merry Widow Hat
O chamado “Chapéu da Viúve Feliz”
é uma espécie de versão exagerada dos chapéus de jardim que possuíam abas
largas. Marcou o período da Belle Époque, nas primeiras décadas do século XX, e
se inspirou em um chapéu mais antigo: o Gainsborough Hat, do século XVIII.
Nos primeiros anos de 1900, uma
opereta chamada “The Merry Widow” (premiada em 1907) fez um grande sucesso.
Criado pela figurinista Lucile, para o espetáculo, o Merry Widow Hat se
popularizou com a atriz Lilly Elsie, que fez muito sucesso e foi uma das
mulheres mais fotografadas da Belle Époque. O tamanho e o formato do chapéu
contribuíam para criar uma silhoueta em “S”, a conhecida “ampulheta”.
Lilly Elsie, a atriz que popularizou o Merry Widow Hat
Com uma aba bem larga, ele
costumava ter enfeites também grandes e exagerados, com laços, fitas, plumas e
flores, e às vezes até pássaros. Frequentemente tinha um voilette, que
geralmente era em estilo birdcage veil, no material que chamamos por aqui de
tela francesa. Geralmente, era confeccionado em preto ou cores escuras.
Alguns modelos eram de tamanho bem exagerado.
Essa tendência de chapéus grandes
perdurou por alguns anos, e se tornou um código de vestimenta da moda e também
um sinônimo de status social. Esse modelo de chapéu marcou a transição social
das vestimentas e dos valores da sociedade na virada do século. A popularidade
do Merry Widow perdurou até a Primeira Guerra Mundial.
Mushroom Hat
Este modelo, que se assemelha a
um cogumelo, tem duas variações muito diferentes. A primeira delas fez muito
sucesso nos anos 20. O Mushroom já era usado entre os anos 1870 e 1880. E
durante essa época, costumava ser feito de palha. Nessa época, alguns modelos
tinham tamanho mais exagerado, e seguiam o estilo dos chapéus de jardim e Merry
Widow Hats.Mas ganhou maior
popularidade nos anos 20.
Nos anos 20, o modelo fica um
pouco menor e assemelha bastante ao cloche, mas em versão com abas largas. Eram
usados durante o dia, especialmente à tarde, e protegiam o rosto do sol.
Possuía uma copa redonda e alta, como a do cloche. A aba não tinha um tamanho
particularmente tão grande assim, como o Merry Widow Hat, por exemplo, ou
outros conhecidos do século XX. O tamanho das abas era médio. Mas era uma das
maiores abas da época, em comparação com outros modelos usados, como o cloche e
os solidéus.
A segunda variação do “Chapéu
cogumelo” ficou conhecida como o “Mushroom do New Look”. Surgiu em 1947, e foi
popularizado por Christian Dior. A aba é muito grande, em formato de cogumelo,
e bem maior do que a versão dos anos 20. Essa variação se inspira em outros
modelos com formato de cogumelo, já usados no início do século XX, em versão
maior. Fez muito sucesso nos anos 50 e 60. Costuma ser de palha ou feltro.
A Atriz Audrey Hepburn usou um
chapéu Mushroom no filme “Bonequinha de Luxo” que se tornou muito popular além
de ícone de estilo e elegância.
Cartwheel
Este modelo feminino, de aba
larga e de copa redonda geralmente baixa, se tornou popular alguns anos antes
da Primeira Guerra Mundial, e teve auge entre os anos 30 e 50. A tendência foi
descoberta em 1914, pelo jornal “Milwaukee Sentinel”. Estas primeiras versões
eram revestidas com veludo, tafetá ou seda, e geralmente decoradas com flores e
penas.
Nos anos 30, este chapéu começa a
se destacar no cinema, usado pelas atrizes de Hollywood. Nessa época, o
Cartwheel fez sucesso não só nos EUA, mas também na França e na Austrália.O Filme “E o vento levou...” ajudou a
popularizar o modelo. O chapéu usado por Scarlet O’Hara era algo entre um
cartwheel e um floppy, com abas ligeiramente flexíveis. De uma forma ou de
outra, o filme ajudou a popularizar o glamour dos chapéus de aba larga, e do
Cartwheel em particular.
É um pouco menos usado na época
da Segunda Guerra, por causa da escassez de materiais. Nos final dos anos 40, o
Cartwheel ressurge repaginado, como parte do estilo New Look. Mais do que isso:
um ícone do estilo criado por Christian Dior. Rita Haywoth usou um cartwheel no
próprio casamento em Aly Khan, em uma versão de material transparente, e
combinando com um vestido plissado. O casamento discreto gerou grande interesse
e réplicas da roupa da noiva. Essa combinação do Cartwheel com vestidos
plissados foi chamada de “nova silhueta”.
O Cartwheel foi pouco usado durante a Segunda Guerra Mundial. Volta a ser popular a partir de 1946, e ressurge com o New look.
O modelo se torna uma referência
de estilo e elegância, além de se tornar o preferido para casamentos diurnos ao
ar livre, até os dias de hoje. Pode ser de palha ou de feltro. O de palha
costuma ser muito usado no verão por causa da aba grande, que protege o rosto
do sol.
Lampshade Hat
Este modelo, parecido com uma
luminária ou abajour, possui uma copa alta, como uma cartola, e chega a lembrar
um cone, mas com o topo da copa reto. Lembra tanto o modelo Pillbox quanto o
Peach Basquet, também conhecido como Bucket (balde).
O Lampshade foi popularizado nos
anos 50 por Christian Dior, e continuou fazendo sucesso ainda nos anos 60. Ele
aparecia tanto em versões simples como decoradas. Por volta de 1956, o modelo,
assim como o Pillbox, passou a fazer mais sucesso do que o Mushroom tradicional
da época, sendo muitas vezes confundido com ele. O sucesso também acabou
superando o do cartwheel. Em 2008, o Lampshade teve um revival promovido por
John Galliano.
Floppy Hat
O Floppy é mais um modelo
inspirado no Gainsborough Hat, do século XVIII. O primeiro chapéu a ser
considerado um Floppy moderno foi um modelo usado por Greta Garbo, em uma
versão do filme “Anna Karenina”, em 1935.
Este chapéu fez muito sucesso nos
anos 60, inspirado em modelos de aba larga – especialmente de cartwheels – dos
anos 20 e 30. A atriz Faye Dunaway contribuiu para a popularidade do Floppy,
sendo ela uma grande adepta do acessório. Nos anos 70, ele se torna um símbolo
da cultura hippie e boêmia, e daquilo que ficaria conhecido como “Boho”.
Geralmente era feito de feltro, e usado com cabelos longos e soltos.
O modelo se parece muito com o
Cartwheel, mas com uma aba ondulada e flexível. Além disso, o Floppy algumas
vezes possui uma copa um pouco mais funda. Pode ser de feltro ou de palha. Este
último é mais popular nas praias, porque as abas largas protegem o rosto do
sol. Ainda é muito usado até os dias de hoje.
E aí? Você gostou dos chapéus de
aba larga e das histórias de cada um dos modelos? Confira alguns chapéus de aba
larga no site: www.madamevintage.com.br