Tem novidade na loja! Os novos chapéus da coleção "Sorte no Jogo, Sorte no Amor" já estão disponíveis na loja! Confira o Fashion Film da coleção nova:
Dizem que quem tem sorte no jogo, tem azar no amor. Essa coleção traz sorte no jogo e sorte no amor! É uma coleção cápsula de 4 boinas divertidas, com os temas jogo e amor. Todas são do modelo Beret, uma boina atemporal e que dá uma ar descolado a qualquer look, para você curtir por aí.
Dessa vez, o filme é diferente: uma animação divertida, que é a cara dessa coleção! Não deixe de assistir! Espero que goste!
Essa inspiração é francesinha. Tem um quê de estilo beatnik dos anos 60. mas a boina já era popular entre os anos 20 e 40. E as listras em preto e branco são um clássico imortalizado por Coco Chanel. Você pode usar com calça ou com saia e meia. Não esqueça de levar seu casaquinho se for um dia mais frio.
Se você gostou da boina, clique aqui para conferir na loja.
Se quiser acompanhar mais inspirações de looks como estas, siga a Madame no Instagram: @madamevint.
Aqui vão duas sugestões com vestido chemisier: cada uma com um chapéu pillbox diferente.
O vestido chemisier é um modelo no estilo de uma camisa grande. Surgiu nos anos 30, e foi muito usado não só até os anos 50, mas mesmo décadas depois disso.
Isso porque ele se tornou uma peça clássica e ícone de estilo. Existem diferentes modelos desse estilo de vestido: alguns mais largos e outros mais ajustados (como os usados entre os anos 30 e 50), alguns abotoados e outros não. Esse é um modelo mais moderno, mais contemporâneo, e não é abotoado. Não é difícil encontrar esse estilo de vestido para comprar.
Nessa combinação, o vestido chemisier aparece com um modelo de chapéu Pillbox típico dos anos 40 e 50. Ele aparece em guias de costura dos anos 40, mas também já foi usado por Marilyn Monroe nos anos 50. Para completar, um óculos de coração, que as pins up amam!
Se você gostou desse chapéu, clique aqui para conferir na loja.
Nessa combinação, o chemisier se combina com um modelo de chapéu típico dos anos 40, e inspirado em um modelo real da época. A combinação de vermelho com azul faz a linha do estilo Navy. É clássica, e tem um impacto visual contrastante e interessante. No frio, esse look vai bem com meias e o sapato que você gostar.
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Existem diferentes modelos de
chapéus de aba larga, e o uso dos mais diferentes modelos existe desde, pelo
menos, o século XVIII. Eles sempre foram usados tanto por questões de status
social quanto por necessidades práticas de proteger o rosto do sol. Neste post,
vou falar apenas de modelos que marcaram o século XX.
Aqui no Brasil, os chapéus de aba
larga, de diferentes modelos, costumam ser chamados de Capeline. Não sei o
motivo desse nome. Eu pesquisei, e não encontrei nada sobre este termo, em
nenhuma outra língua diferente do português. A não ser referências a um
material chamado carapuça, que é usado para modelar chapéus. O Brasil é o único
país do mundo que utiliza este termo para falar de chapéus de aba larga.
Garden Hats
No início do século XX, no
período da Belle Époque, eram usados os chamados “chapéus de jardim”. Ou seja:
chapéus usados em passeios ao ar livre, especialmente para receber visitas no
jardim de casa ou mesmo para fazer essas visitas. Alguns desses modelos tinham
abas em tamanho grande. Normalmente, eram enfeitados com flores e fitas.
Começaram a ser usados ainda na Era Vitoriana, e essa moda continuou nos anos
seguintes. Esses modelos se assemelham muito ao chamado “Merry Widow Hat”, do
qual eu vou falar mais adiante.
Alguns modelos de Garden Hats.
Merry Widow Hat
O chamado “Chapéu da Viúve Feliz”
é uma espécie de versão exagerada dos chapéus de jardim que possuíam abas
largas. Marcou o período da Belle Époque, nas primeiras décadas do século XX, e
se inspirou em um chapéu mais antigo: o Gainsborough Hat, do século XVIII.
Nos primeiros anos de 1900, uma
opereta chamada “The Merry Widow” (premiada em 1907) fez um grande sucesso.
Criado pela figurinista Lucile, para o espetáculo, o Merry Widow Hat se
popularizou com a atriz Lilly Elsie, que fez muito sucesso e foi uma das
mulheres mais fotografadas da Belle Époque. O tamanho e o formato do chapéu
contribuíam para criar uma silhoueta em “S”, a conhecida “ampulheta”.
Lilly Elsie, a atriz que popularizou o Merry Widow Hat
Com uma aba bem larga, ele
costumava ter enfeites também grandes e exagerados, com laços, fitas, plumas e
flores, e às vezes até pássaros. Frequentemente tinha um voilette, que
geralmente era em estilo birdcage veil, no material que chamamos por aqui de
tela francesa. Geralmente, era confeccionado em preto ou cores escuras.
Alguns modelos eram de tamanho bem exagerado.
Essa tendência de chapéus grandes
perdurou por alguns anos, e se tornou um código de vestimenta da moda e também
um sinônimo de status social. Esse modelo de chapéu marcou a transição social
das vestimentas e dos valores da sociedade na virada do século. A popularidade
do Merry Widow perdurou até a Primeira Guerra Mundial.
Mushroom Hat
Este modelo, que se assemelha a
um cogumelo, tem duas variações muito diferentes. A primeira delas fez muito
sucesso nos anos 20. O Mushroom já era usado entre os anos 1870 e 1880. E
durante essa época, costumava ser feito de palha. Nessa época, alguns modelos
tinham tamanho mais exagerado, e seguiam o estilo dos chapéus de jardim e Merry
Widow Hats.Mas ganhou maior
popularidade nos anos 20.
Nos anos 20, o modelo fica um
pouco menor e assemelha bastante ao cloche, mas em versão com abas largas. Eram
usados durante o dia, especialmente à tarde, e protegiam o rosto do sol.
Possuía uma copa redonda e alta, como a do cloche. A aba não tinha um tamanho
particularmente tão grande assim, como o Merry Widow Hat, por exemplo, ou
outros conhecidos do século XX. O tamanho das abas era médio. Mas era uma das
maiores abas da época, em comparação com outros modelos usados, como o cloche e
os solidéus.
A segunda variação do “Chapéu
cogumelo” ficou conhecida como o “Mushroom do New Look”. Surgiu em 1947, e foi
popularizado por Christian Dior. A aba é muito grande, em formato de cogumelo,
e bem maior do que a versão dos anos 20. Essa variação se inspira em outros
modelos com formato de cogumelo, já usados no início do século XX, em versão
maior. Fez muito sucesso nos anos 50 e 60. Costuma ser de palha ou feltro.
A Atriz Audrey Hepburn usou um
chapéu Mushroom no filme “Bonequinha de Luxo” que se tornou muito popular além
de ícone de estilo e elegância.
Cartwheel
Este modelo feminino, de aba
larga e de copa redonda geralmente baixa, se tornou popular alguns anos antes
da Primeira Guerra Mundial, e teve auge entre os anos 30 e 50. A tendência foi
descoberta em 1914, pelo jornal “Milwaukee Sentinel”. Estas primeiras versões
eram revestidas com veludo, tafetá ou seda, e geralmente decoradas com flores e
penas.
Nos anos 30, este chapéu começa a
se destacar no cinema, usado pelas atrizes de Hollywood. Nessa época, o
Cartwheel fez sucesso não só nos EUA, mas também na França e na Austrália.O Filme “E o vento levou...” ajudou a
popularizar o modelo. O chapéu usado por Scarlet O’Hara era algo entre um
cartwheel e um floppy, com abas ligeiramente flexíveis. De uma forma ou de
outra, o filme ajudou a popularizar o glamour dos chapéus de aba larga, e do
Cartwheel em particular.
É um pouco menos usado na época
da Segunda Guerra, por causa da escassez de materiais. Nos final dos anos 40, o
Cartwheel ressurge repaginado, como parte do estilo New Look. Mais do que isso:
um ícone do estilo criado por Christian Dior. Rita Haywoth usou um cartwheel no
próprio casamento em Aly Khan, em uma versão de material transparente, e
combinando com um vestido plissado. O casamento discreto gerou grande interesse
e réplicas da roupa da noiva. Essa combinação do Cartwheel com vestidos
plissados foi chamada de “nova silhueta”.
O Cartwheel foi pouco usado durante a Segunda Guerra Mundial. Volta a ser popular a partir de 1946, e ressurge com o New look.
O modelo se torna uma referência
de estilo e elegância, além de se tornar o preferido para casamentos diurnos ao
ar livre, até os dias de hoje. Pode ser de palha ou de feltro. O de palha
costuma ser muito usado no verão por causa da aba grande, que protege o rosto
do sol.
Lampshade Hat
Este modelo, parecido com uma
luminária ou abajour, possui uma copa alta, como uma cartola, e chega a lembrar
um cone, mas com o topo da copa reto. Lembra tanto o modelo Pillbox quanto o
Peach Basquet, também conhecido como Bucket (balde).
O Lampshade foi popularizado nos
anos 50 por Christian Dior, e continuou fazendo sucesso ainda nos anos 60. Ele
aparecia tanto em versões simples como decoradas. Por volta de 1956, o modelo,
assim como o Pillbox, passou a fazer mais sucesso do que o Mushroom tradicional
da época, sendo muitas vezes confundido com ele. O sucesso também acabou
superando o do cartwheel. Em 2008, o Lampshade teve um revival promovido por
John Galliano.
Floppy Hat
O Floppy é mais um modelo
inspirado no Gainsborough Hat, do século XVIII. O primeiro chapéu a ser
considerado um Floppy moderno foi um modelo usado por Greta Garbo, em uma
versão do filme “Anna Karenina”, em 1935.
Este chapéu fez muito sucesso nos
anos 60, inspirado em modelos de aba larga – especialmente de cartwheels – dos
anos 20 e 30. A atriz Faye Dunaway contribuiu para a popularidade do Floppy,
sendo ela uma grande adepta do acessório. Nos anos 70, ele se torna um símbolo
da cultura hippie e boêmia, e daquilo que ficaria conhecido como “Boho”.
Geralmente era feito de feltro, e usado com cabelos longos e soltos.
O modelo se parece muito com o
Cartwheel, mas com uma aba ondulada e flexível. Além disso, o Floppy algumas
vezes possui uma copa um pouco mais funda. Pode ser de feltro ou de palha. Este
último é mais popular nas praias, porque as abas largas protegem o rosto do
sol. Ainda é muito usado até os dias de hoje.
E aí? Você gostou dos chapéus de
aba larga e das histórias de cada um dos modelos? Confira alguns chapéus de aba
larga no site: www.madamevintage.com.br
A boina, em diferentes modelos, marcou presença nas
passarelas no ano passado. Esse ano, ela continua sendo uma tendência forte. O
Pinterest apontou a boina como uma das tendências de moda mais significantes
mundialmente, com um aumento de 269% de ideias salvas sobre o assunto na rede
social. O acessório aparece tanto na forma da tradicional Beret (boina
francesa) quanto também na forma do Newsboy Hat e do Tam Hat.
A boina marcou presença na Alta Costura de Paris, em 2017.
A boina, seja qual for seu modelo, é um chapéu clássico e
retrô, que fez muito sucesso entre os anos 20 e 40, e também nos anos 60. A
tendência é ótima para as fãs do retrô e do vintage, e também para quem tem um
estilo contemporâneo com um toque de retrô.
A boina fez sucesso entre os anos 20 e 40, e era muito usada por atrizes de Hollywood.
A boina também fez sucesso nos anos 60.
É um acessório que combina mais com o inverno, mas também tem
sido usado nos dias mais quentes. Se prepare para tirar a sua boina do armário!
Ela está com tudo no inverno que se aproxima!
A boina tem aparecido em diferentes modelos. Combina mais com o inverno, mas também tem sido usada em dias mais frescos.