O post de
hoje traz inspiração de 5 looks com chapéus mini pillbox da coleção Elegância Atemporal.
Eles fazem parte do figurino do fashion film de mesmo nome. A ideia é
combinar peças consideradas clássicas e atemporais, e que façam o estilo
retrô contemporâneo elegante.
Confira:
O
primeiro é um look tem uma inspiração nos anos 40 e 50, mas com um retrô
contemporâneo. É uma combinação de peças consideradas clássicas e
atemporais.
Um bom exemplo é a saia lápis preta, que vem com a blusa com estampas de poá no clássico preto e branco. Essas duas peças vêm combinadas com um mini pillbox com flores e com voilette, vem ao estilo da época. Para completar, um cinto largo com uma pegada mais moderna, para o look ficar ainda mais contemporâneo.
Esse look pode ser usado praticamente em todos os passeios diurnos ou noturnos. Você pode usar para jantar fora, ir ao cinema, ou para algum evento como um coquetel.
Se você gostou desse chapéu, clique aqui para conferir na loja.
O segundo look tem uma inspiração nos anos 40 e 50, com toque contemporâneo.
Um bom exemplo de peça atemporal é o pretinho básico. Ele vem combinado com um chapéu mini pillbox, em estilo usado nos anos 40 e 50. Esse modelo em tamanho mini é fácil de combinar e pode ser usado em quase qualquer ocasião. É elegante e atemporal. Ou seja: continua sendo elegante por mais que o tempo passe. Para completar, um cinto não tão delicado, o que dá um ar bem contemporâneo.
Esse look pode ser usado à noite, em um bar, restaurante, coquetel, ou até mesmo em um casamento. Já que as peças são básicas e atemporais, ele é bem versátil.
Se você gostou desse chapéu, clique aqui para conferir na loja.
Esse look também segue uma linha de inspiração nos anos 40 e 50, em um estilo retrô contemporâneo.
Um bom exemplo é vestido de manga japonesa bufante em estampa listrada nas cores preto e branco, que vem combinado ao mini pillbox de estampa chevron na mesma cor. O preto e branco é uma combinação clássica eternizada por Coco Chanel. A estampa chevron também é clássica, e foi muito usada entre os anos 50 e 70, enquanto que os tamanhos mini do pillbox foram usados por volta dos anos 30 e 40. Para completar, um cinto largo com uma pegada mais moderna, para o look ficar ainda mais contemporâneo.
Esse look pode ser usado praticamente em passeios diurnos ou noturnos. Você pode usar para jantar fora, ir ao cinema, ou para algum evento como um coquetel.
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O último look tem uma
inspiração nos anos 40 e 50, e como sempre, faz uma linha um retrô contemporâneo.
Um bom exemplo de peça atemporal é saia lápis, um clássico, marca do fim dos anos 40 e dos anos 50. Ao combinar com uma blusa branca de babados, as duas peças trazem um ar romântico ao visual. As duas peças vêm combinadas com um chapéu mini pillbox, em estilo também muito usado nas duas décadas que inspiram o look. Já que esse modelo em tamanho mini é fácil de combinar, ele também pode ser usado em quase qualquer ocasião. É elegante e atemporal. Ou seja: continua sendo elegante por mais que o tempo passe.
Esse look pode ser usado à noite, em um bar, restaurante, coquetel, ou até mesmo em um casamento. Já que as peças são básicas e atemporais, ele é bem versátil.
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Se você ainda não viu o filme dessa coleção, aproveite para conferir agora:
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Esse post traz inspiração de 2 looks com chapéus atemporais de aba larga. A sugestão é um estilo inspirado nos anos 50, 60 e 70, mas com peças de roupas atuais.
Os dois looks foram figurino do Fashion Film "Elegância Atemporal", da coleção de
mesmo nome. A ideia é combinar peças consideradas clássicas e atemporais, e que façam o estilo retrô contemporâneo elegante.
Confira:
O primeiro look é um retrô contemporâneo totalmente atemporal. Perfeito para o verão e os dias de sol, o chapéu de aba larga de tela vem combinado com uma blusa ciganinha da mesa cor: preto, a cor preferida de quem é gothabilly. Você pode combinar com calça jeans, short, bermuda ou saia. E pode usar em quase qualquer ocasião diurna, já que o chapéu de aba larga deve ser usado durante o dia. Qualquer passeio ou ao ar livre combina com esse look, assim como ir almoçar fora, por exemplo.
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O segundo look traz o vestido tubinho com decote em V, um clássico, mas repaginado em um tecido jeans, que torna a peça mais atual. Ele vem combinado com o Lampshade Hat, clássico dos ano 50 e 60. Um Top de renda preta é um toque especial para compor o decote. Para completar, um cinto largo com uma pegada mais moderna, para o look ficar ainda mais contemporâneo.
Esse look pode ser usado praticamente em passeios diurnos. Você pode usar para almoçar fora, ou passear ao ar livre, por exemplo.
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O post de
hoje traz inspiração de 5 looks com chapéus pillbox da coleção Elegância Atemporal. Eles fazem parte do figurino do fashion film de mesmo nome. A ideia é combinar peças consideradas clássicas e atemporais, e que façam o estilo retrô contemporâneo elegante.
Confira:
O primeiro é um look tem uma inspiração nos anos 50 e 60, mas com um retrô contemporâneo. É uma combinação de peças consideradas clássicas e atemporais.
Um vestido de moletom na cor grafite, estilo tubinho é um bom exemplo. Ele vem combinado com um Pillbox de oncinha com voilette, bem aos estilo dos anos 50 e 60. Para completar, um cinto largo com uma pegada mais moderna, para o look ficar ainda mais contemporâneo.
Esse look pode ser usado praticamente em qualquer ocasião, já que o pillbox é um chapéu coringa e sempre foi símbolo de elegância.
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O segundo look tem uma inspiração nos anos 40 e 50, em um estilo retrô contemporâneo.
A renda é um tecido atemporal que confere uma ar romântico ao visual. Esse look traz um total white: uma combinação de vestido de renda branca com um chapéu também de renda branca.
Para quem olha à primeira vista, este look pode parecer algo exclusivamente para noivas. Mas a verdade é que o branco, usado em outros contextos e situações diferentes do casamento, também sempre foi uma cor que confere status social a quem usa. Não só na área profissional da saúde (como é comum médicos e dentistas usarem), mas sendo visto como algo chique e até símbolo de classe social mais alta. Isso porque, no passado recente, o branco era um cor mais difícil de manter limpa, e apenas pessoas que não faziam trabalho pesado conseguiam manter a roupa branca realmente branca. Algumas coisas mudaram. Mas o branco ainda é chique.
Por esses motivos, um detalhe para quebrar um pouco o visual: o cinto preto quebra o total white e também confere um ar mais moderno e descolado, de forma que não pareça roupa de noiva. O que também não impede que o chapéu seja usado em um casamento por uma noiva.
Esse look pode ser usado praticamente em todos os passeios diurnos ou noturnos. Você pode usar para jantar fora, ir ao cinema, ou para algum evento como um coquetel.
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Esse look tem uma inspiração nos anos 50 e 60, também em um estilo retrô contemporâneo.
Um bom exemplo da combinação de peças clássicas e atemporais é o uso da blusa de renda branca, que dá um ar romântico, combinada com um pillbox rosa inspirado em um modelo usado por Grace Kelly. Essa combinação pode ser usada com uma saia lápis, mais uma peça clássica atemporal.
Esse look pode ser usado praticamente em todos os passeios diurnos ou noturnos. Você pode usar para jantar fora, ir ao cinema, ou para algum evento como um coquetel.
Esse chapéu já foi vendido, mas você pode conhecer outros modelos da coleção clicando aqui.
Esse look tem uma
inspiração nos anos 40 e 50, mais um vez em um estilo retrô contemporâneo.
Aqui as peças atemporais são a saia lápis preta e a blusa de renda turquesa, bem retrô
e feminina, e ao mesmo tempo bem atual. Essas duas peças vêm combinadas
com pillbox estampado com voilette. Para completar, um cinto largo com uma
pegada mais moderna, para o look ficar ainda mais contemporâneo.
Esse
look pode ser usado praticamente em passeios diurnos ou noturnos. Você
pode usar para jantar fora, ir ao cinema, ou para algum evento como um
coquetel.
Se você gostou desse chapéu, clique aqui para conferir na loja.
O último look tem uma
inspiração nos anos 50 e 60, e como sempre, faz uma linha um retrô contemporâneo.
A peça atemporal aqui é um vestido
tubinho clássico com estampa de poá. Ele vem combinado com um Pillbox com voilette, bem aos
estilo dos anos 50 e 60. A combinação das cores azul, branco e vermelho é
um clássico do estilo pin up e retrô. Para completar, um cinto largo
com uma pegada mais moderna, para o look ficar ainda mais contemporâneo.
Esse
look pode ser usado praticamente em qualquer ocasião, já que o pillbox é
um chapéu coringa e sempre foi símbolo de elegância.
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Se você ainda não viu o filme dessa coleção, aproveite para conferir agora:
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Saiu o primeiro Fashion Film da Madame Vintage!
Chapéus, Fashion Films antigos, século 20, cinema, Old Hollywood,
divas... Como tudo isso se comunica com os dias de hoje? Chapéu é uma
questão de estilo.
"Chapéu é estilo de vida" é um filme conceitual que mostra a proposta, o
conceito e o estilo de vida da marca. Esse conceito é trazer o chapéu
artesanal em estilo retrô, inspirado nos Fashion Films antigos, do
século XX, e nas divas do cinema clássico. O conceito é trazer esse look
e glamour para os dias atuais, em um retrô contemporâneo, de uma forma
muito pin up. Confira!
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Você tem dúvidas na hora de combinar sua roupa estampada com seu
acessório? Medo de combinar estampas? Nesse video, eu te dou 4 dicas
super fáceis para combinar estampas. Confira!
1) Preste atenção ao tamanho das estampas. Um bom exemplo é usar uma estampa de tamanho maior combinada com outra de tamanho menor. Então se sua roupa tem estampa grande, escolha um acessório de estampa pequena. E vice-versa.
2) Harmonize as cores. Tente sempre usar estampas com o fundo da mesma cor ou tons próximos. Você também pode escolher uma cor de destaque na estampa, e escolher outra estampa com base nessa mesma cor.
3) Listras e poás são uma boa combinação. Outra boa ideia é combinar listras com florais ou animal print. Se as listras forem em preto e branco, é a combinação ideal.
4) Combine a mesma estampa (igualzinha mesmo e com o mesmo desenho) em cores diferentes. É fácil e é sucesso na certa.
Mas cuidado! Tenha sempre bom senso, para seu visual não ficar exagerado. Se sentir que a combinação pesou, troque de estampa.
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Você conhece os diferentes modelos de chapéus? Eu fiz uma seleção dos 26 modelos mais conhecidos. Confira!
1 - Cloche
Este modelo de chapéu lembra um sino. Ícone dos anos 20, foi muito usado também nos anos 30. Já em baixa, mas em modelos repaginados (mais quadrados), ainda marca presença mais discreta nos anos 40. Nos anos 60, reaparece na versão repaginada.
O Cloche foi um ícone dos anos 20.
2 - Pillbox
Usado entre os anos 30 e 60, se tornou um ícone do estilo Pin Up. Também foi ícone de estilo de Jacqueline (Jackie) Kennedy nos anos 60.
O Pillbox foi ícone de estilo de Jackeline Kennedy.
3 - Fedora
O termo é usado desde 1891. O chapéu surgiu com a peça de teatro "Fédora", do dramaturgo Victorien Sardou. A personagem da princesa Fédora Romazov usava o modelo de chapéu que posteriormente ficaria conhecido como "Fedora". Na época, o movimento feminista adotou o como um símbolo, o que fez com que tivesse alguma popularidade com as mulheres.
Em 1924, o Fedora se torna um chapéu masculino, depois de ser usado pelo príncipe Edward, de Gales. Era usado para proteger a cabeça do vento e do frio. O chapéu ficou associado à figura de gângsters.
Ele foi muito usado por homens entre os anos 20 e 60, inclusive usado por greasers nos anos 50. Nos anos 30 e 40, ganhou uma versão feminina, em modelos ligeiramente menores do que os usados por homens.
4 - Chapéu Panamá
Muito parecido com o Fedora, e muitas vezes considerado uma variação dele. É um modelo tropical, feito de palha. Originário do Equador, fez muito sucesso na América Latina. No Brasil, ficou associado à figura do malandro. O termo Panamá começou a ser usado em 1834, e sua popularidade cresceu a partir da segunda metade do séxulo XIX.
Originalmente um modelo masculino, ele é muito usado nos dias de hoje, por homens e mulheres, muitas das vezes com trajes de banho.
5 - Vagabond ou Trilby
Um modelo de Fedora com a aba de tamanho maior. Também muito usado por homens entre os anos 20 e 50. E também teve versões femininas, com modelos ligeiramente menores do que os dos homens.
6 - Homburg
Modelo de chapéu masculino, surgido em 1882. O nome surgiu com a visita do rei Edward VII a Hamburgo, região da Alemanha. Na ocasião, ele usava um chapéu deste modelo. Alguns dizem que Edward se inspirou em um modelo de chapéu de caça do Kaiser Wilhem.
Nos anos 30 e 40, ganhou também versões femininas, com modelos ligeiramente menores do que os usados pelos homens.
O Homburg ganhou versões femininas, e foi muito usado nos anos 40.
7 - Chapéu Cowboy (Cowboy Hat ou Stetson Hat)
É um modelo associado à cultura do Oeste dos EUA. A copa lembra a de um Fedora, mas com altura maior, e com uma aba larga. Pode ser feito de feltro, palha ou couro. Surgiu em 1865, criado por John Batterson Stetson, por influência da cultura mexicana.
Ainda hoje é usado por homens e mulheres, e associado a trabalhadores de ranchos e também à música country e aos rodeios.
8 - Sailor ou Boater
O Boater era um modelo masculino usado desde o século XIX, e muito usado nos anos 20. Normalmente é feito de palha. Mas existem modelos feitos também de outros materiais. É considerado um chapéu formal de verão, para o dia.
A versão feminina do boater é normalmente chamada de sailor hat (não confundir com o sailor cap, chapéu usado por marinheiros). O sailor também era usado desde a era vitoriana, assim como o boater. Tem adornos femininos, como laços, fitas e flores. Também foi usado nos anos 30 e 40.
9 - Cartola
Modelo masculino, usado desde a metade do século XVIII até meados do século XX. É associada à imagem de banqueiros, capitalistas e homens de negócios de alta classe social.
A cartola descende diretamente de um chapéu do século XVI, chamado Sugarloaf Hat, usado por homens e mulheres. Foi inventado por Geaorge Dunnage, em 1793, apesar de ser atribuído falsamente a John Hetherington.
Muito popular no século XIX, era usada especialmente pelas classes mais altas, e muitas vezes associada ao sucesso do homem de negócios (o formato lembra o de uma chaminé), apesar de ser usada também por homens da classe trabalhadora, em versões mais simples e de copas mais baixas. As copas mais altas normalmente eram usadas por homens de classes mais altas.
Até a Primeira Guerra Mundial, ainda era um chapéu dos homens das classes mais altas, tanto para o dia quanto para a noite.
A partir da Segunda Guerra, a cartola já se torna quase uma raridade, mas ainda assim usada com alguma frequência em certos círculos sociais.
Nos dias de hoje, ainda é usada em eventos relacionados à família real e no Royal Ascot (competição de turfe). Ainda é usada também em eventos que pedem código de vestimenta White tie.
Também é ícone de estilo de algumas celebridades como o guitarrista Slash (do Guns'n'Roses) e Brendon Urie (da banda Panic at The Disco). Está relacionada à cultura steam punk. O uso de cartola por mulheres também está associado ao estilo burlesco.
Muito associada no dias de hoje ao estilo Steampunk, a cartola é ícone de estilo de algumas celebridades, como o vocalista da banda Panic at the Disco!.
Nos anos 40, eram usadas versões femininas da cartola em tamanho mini, inspiradas nos chapéus de montaria vitorianos, conhecidos como "Riding Hats".
10 - Bowler (Coco)
Também conhecido como chapéu "Coco" ou Derby (não confundir com o chapéu para Turfe), ficou imortalizado por Charlie Chaplin. Originalmente masculino, tem copa redonda e aba curta, normalmente curvada.
O Bowler ficou imortalizado por Charlie Chaplin.
Surgiu em 1849, e ganhou o nome de seus criadores Thomas e William Bowler. Foi muito popular com a classe trabalhadora durante o século XIX, na Inglaterra, na Irlanda e nos EUA. Mais tarde, também ganhou popularidade entre as classes mais altas.
A partir do início do século XX, o bowler passa a ser usado por empresários ligados ao ramo financeiro. Após a Primeira Guerra Mundial, o coco passou a ser aceito como substituto da cartola em ocasiões formais. Até os anos 50 e 60, ainda era associado a homens de negócios em Londres.
Nos anos 30 e 40, o Bowler ganhou versões femininas. Ele é usado por mulheres ainda hoje.
Este modelo de chapéu se destacou no figurino do filme "Laranja Mecânica", de 1971.
A cholita é uma versão boliviana, muito parecida com o coco e faz parte do traje típico das mulheres. O modelo foi introduzido no país por trabalhadores ferroviários britânicos.
Os Beatles usando o Bowler.
O Bowler foi um acessório marcante no figurino do filme "Laranja Mecânica" (1971).
11 - Cartwheel
Modelo feminino, de aba larga e redonda. Se tornou popular alguns anos antes da Primeira Guerra Mundial. Seu auge foi entre os anos 30 e 50.
O auge do Cartwheel foi entre os anos 30 e50.
Nos anos 30, o modelo começa a aparecer no cinema. No final dos anos 40 e nos anos 50, ele reaparece reformulado como parte do estilo New Look. Se torna uma referência de estilo e elegância, e o preferido para casamentos diurnos.
Também sempre foi muito usado durante o verão, por causa da aba grande (que protege o rosto do sol).
No Brasil, o Cartwheel costuma ser chamado de Capeline, assim como outros modelos de aba larga.
12 - Mini chapéu (Doll Hat)
Modelo de diversos chapéus em tamanhos mini, usados desde a era vitoriana. Fez muito sucesso nos anos 30 e 40, por causa da crise econômica e também por causa da escassez de materiais durante a Segunda Guerra Mundial.
13 - Casquete
Mini chapéu sem abas, surgido a partir dos pequenos chapéus dos anos 40. Muito usado nos anos 50. Fora do Brasil, não é chamado de casquete. É considerado um tipo de Cocktail Hat em tamanho pequeno.
14 - Capulet ou Half Hat
O Half Hat, também conhecido como Capulet, é um modelo de chapéu que cobre apenas parte da cabeça (half hat significa "meio chapéu" em inglês). Pode ter vários formatos diferentes.
No Brasil, muitas vezes também acaba sendo chamado de casquete.
O modelo surgiu nos anos 40, juntamente com mini chapéus e casquetes, e foi muito popular nos anos 50 e 60.
O Half Hat foi muito popular nos anos 50 e 60.
15 - Calot (Coquinho)
Conhecido como "coquinho" no Brasil, e também muitas vezes chamado de casquete. É um chapéu sem abas, que se encaixa na cabeça, cobrindo até o início ou meio da testa.
Este modelo já era popular no século XVI, conhecido como "Juliet Cap" (uma referência à Julieta de Shakespeare). Eram decorados com pérolas, contas e jóias.
O modelo voltou à moda nos anos 20, sendo ainda usado nos anos 30; e ressurgiu nos anos 70, como uma opção para noivas. Atualmente, é muito usado por noivas e também pela família real britânica em eventos diurnos.
O Calot foi muito usado nos anos 20 e 30.
16 - Boina Francesa (Beret)
É a clássica boina “pancake” (panqueca), em forma de disco. A história desse chapéu é antiga, e aparentemente, ele já era usado na Idade do Bronze, em toda a Europa do Norte, por gregos, cretenses, minoanos, etruscos e romanos. Este estilo de boina era tradicional dos pastores aragoneses e navrais, que viviam na região dos Pirineus, uma cordilheira que divide o sul da França do norte da Espanha. E é justamente por isso que tanto a França quanto a Espanha compartilham da cultura basca.
A beret começou a se popularizar e se tornar um símbolo da cultura basca no século XVIII, no sul da França, feita de forma artesanal. Na década de 1920, estas boinas eram associadas às classes trabalhadoras em regiões da França e da Espanha.
A Beret teve seu auge entre os anos 20 e 40, e era usada por muitas atrizes de Hollywood. Ressurgiu nos anos 60, juntamente com a cultura Beatnik.
A Beret foi muito usada por atrizes de Hollywood.
17 - Boina Tam o'Shanter
O Tam Hat é uma variação de um chapéu escocês, uma versão feminina do Tam o'Shanter. Pode ser feita de materiais diversos, como tricot, crochet, feltro ou outros tecidos. Fez muito sucesso nos anos 20 e 30.
18 - Boina Newsboy Hat
O Newsboy Hat era muito popular na Europa e nos Estados Unidos no século XIX. Predominantemente masculino, era um modelo popular entre meninos e homens adultos, e associado à classe trabalhadora. O chapéu ganhou este nome porque ficou associado aos jornaleiros, por ser muito usado por meninos que trabalhavam entregando jornal. E significa justamente "chapéu de jornaleiro". Mas era usado por toda a classe trabalhadora.
O Newsboy Hat ganhou esse nome por ser usado por entregadores de jornal. Mas era usado por toda a classe trabalhadora.
Nos anos 40, foi um modelo muito usado também pelas mulheres.
19 - Flat Cap
O Flat Cap surgiu no século XIV, no norte da Inglaterra, e na época, foi chamado de “bonnet”. Em 1571, o parlamento, em conformidade com a lei da rainha Elizabeth, decretou o uso obrigatório deste modelo a meninos a partir de seis anos de idade aos domingos. O intuito era incentivar o consumo de lã e o comércio com a Espanha.
Assim como a sua variação, o News Boy Hat, foi associado à classe trabalhadora no século XIX e início do século XX.
20 - Breton
É um modelo que tem a aba virada para cima, deixando o rosto à mostra. O Breton apareceu com este nome no século XIX, e o nome tem origem no chapéu de palha tipicamente usado pelos agricultores da região da França conhecida como Bretanha. Pode ser feito de palha ou de feltro.
Usado na era vitoriana, e entre os anos 30 e 50, o modelo teve grande popularidade nos anos 60, usado por celebridades como a modelo britânica Jean Shrimpton e a princesa Margaret da Inglaterra. Também foi usado por Mia Farrow no filme "O bebê de Rosemary", de 1968.
O Breton foi usado por Mia Farrow, em "O bebê de Rosemary" (1968).
O Breton usado pela princesa Margareth.
21 - Mushroom (Cogumelo)
É um modelo de chapéu que se parece com um cogumelo. Existem duas variações.
A primeira é o modelo de chapéu usado entre os anos 1870 e 1880. Também foi usado entre os anos 1907 e 1920. Lembra um cogumelo redondo e comprido. Tem copa alta e redonda, com abas curtas ou de tamanho médio. Se assemelha a um cloche.
O primeiro modelo de Mushroom Hat se assemelha a um cloche.
A segunda variação é o modelo conhecido como o Mushroom do New Look, que surgiu em 1947, e foi popularizado por Christian Dior. Tem uma aba muito grande, com formato de cogumelo. É inspirado em alguns chapéus com formato de cogumelo que já eram usados também no início do século XX. Esta segunda variação fez sucesso nos anos 50 e 60. Pode ser de feltro ou de palha.
O segundo modelo foi popularizado pelo New Look
22 - Lampshade Hat
Audrey Hepburn usando o Lampshade Hat: sucesso nos anos 50 e 60.
É um modelo de chapéu que se parece com uma luminária ou abajour, lembrando um cone, mas com o topo da copa reto. Lembra tanto o modelo pillbox quanto o modelo peach basquet, também conhecido como bucket (em português, "balde"). Algumas vezes, o termo lampshade também já foi usado para descrever os modelos "Coolie" e Mushroom.
O modelo foi popularizado por Christian Dior no anos 50, e fez sucesso nos anos 50 e 60.
Em 2008, o Lampshade teve um revival promovido por John Galliano.
23 - Coolie ou Sedge Hat ou Conic Hat (Chapéu cônico)
O Coolie, também conhecido como Coolier, ou Sedge Hat, é um chapéu cônico de origem asiática. É inspirado no chapéu de agricultores vietnamitas, também usado em outros países asiáticos como: Butão, China, Camboja, Indonésia, Coréia, Mianmar, Malásia, Japão e Filipinas. Fez sucesso nos anos 50.
Existe uma polêmica em torno do termo "Coolie", que é considerado racista por algumas pessoas.
24 - Turban Hat (Chapéu Turbante)
Não é propriamente um turbante, feito com amarrações. É um modelo de chapéu inspirado em turbantes orientais, que fez sucesso entre os anos 20 e 60, em diferentes estilos.
25 - Peach Basquet
Uma variação do cloche quadrado, foi sucesso nos anos 60. Também é chamado de "Balde" (do inglês "bucket").
26 - Floppy
Floppy, usado pelas atrizes Faye Dunaway e Brigite Bardot
É um chapéu de copa redonda, que tem abas largas e onduladas. O modelo é inspirado nos chapéus do século XVIII chamados de Gainsborough hats, decorados com plumas, flores e fitas.
A primeira versão do Floppy moderno foi um modelo usado por Greta Garbo, em uma versão do filme "Anna Karenina".
O Floppy fez muito sucesso nos anos 60, inspirado em modelos de aba larga dos anos 20 e 30. A atriz Faye Dunaway contribuiu para a popularidade do chapéu. Nos anos 70, ele se torna um simbolo da cultura hippie e boêmia (Boho).
Normalmente é feito de feltro, mas também tem versões muito populares para a praia, feitas de palha.