terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Tendência: Flores para fazer sua cabeça

Uma tendência já tem feito sucesso por aí há alguns meses, e deve continuar em alta no verão. Desde o início do ano passado, as flores vêm enfeitando as cabeças de muitas mulheres, inclusive as celebridades, especialmente na forma de coroas e tiaras. Vanessa Hudgens, Kate Moss, Kate Perry, Keira Knigtley, Charlize Theron, Michele Williams, Kirsten Dunst, Emma Stone. Essas são só algumas das adeptas das flores na cabeça. Muitas dessas flores foram usadas no tapete vermelho.
 
A coroa de flores já tem feito sucesso por aí há
alguns meses, e deve continuar em alta no verão.
Kate Perry, Vanessa Hudgens e Keira Knightley.
Isso sem mencionar Frida Khalo, que décadas atrás, tinha as flores como parte de seu estilo pessoal. Esse estilo de Frida reviveu, afinal. Lana del Rey foi umas das grandes responsáveis pela popularização dessa tendência. Ela sempre usou coroas recheadas de flores.  Aliás, essa tendência marcou forte presença no show que a  cantora fez no Rio de Janeiro, em São Paulo e Belo Horizonte, em novembro do ano passado. O acessório passou então a ser usado para realçar a produção, com um toque romântico e delicado. Teve até destaque na Semana de Moda de Nova York, no desfile da Eudon Choi, em fevereiro. 
A pintora Frida Khalo tinha as flores
como parte de seu estilo pessoal.

Lana del Rey sempre usou coroas recheadas
de flores e foi umas das grandes responsáveis
pela popularização dessa tendência.

O acessório Teve  destaque na Semana de Moda
de Nova York, no desfile da Eudon Choi.

Essa moda tem tudo a ver com o estilo Boho, que está super em alta. O uso é bem democrático e dá para usar em quase todas as ocasiões (só não vai usar no trabalho, né?). E são um toque muito charmoso para um show ou festival de música. A dica é usar a criatividade.  Ela também tem sido muito usada por noivas, em alternativa ao véu e à grinalda. Mas pode ser usada em todo tipo de festa (e não só por noivas!). Pode ser usada com um shortinho jeans bem simples ou um vestido romântico.

Para quem é mais discreta, uma dica é escolher um modelo que seja da mesma cor da roupa. A flor também vai chamar mais ou menos atenção e acordo com o tipo de cabelo. Os maiores e volumosos ficam bem com flores de qualquer tamanho. Mas nos finos ou lisos, as flores chamarão mais atenção. Para as discretas, é melhor escolher um modelo com flores pequenas. Outra dica é uma maquiagem discreta. Uma dica para segurar melhor o acessório na cabeça (mesmo que ele encaixe) é prender com grampos. E você, gostou? Pretende aderir a essa moda? Conheça nossas coroas e tiaras de flores: www.madamevintage.com.br/.



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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Acessórios para a cabeça: Tiara, Headband, coroa e diadema



Já falamos por aqui sobre a história do chapéu (que tem muito a ver com a história desses outros acessórios também), que surgiu por volta do ano 4.000 a.C., no Antigo Egito, na Babilônia e na Grécia. Nessa época, já se usava faixas, com intuito de prender e proteger o cabelo. Mais tarde, vieram os turbantes, tiaras e coroas, usados por nobres, sacerdotes e guerreiros, como símbolo de status social. Na Grécia, a tiara, que era uma fita de tecido amarrada na testa, era usada por homens e mulheres nobres. Também eram oferecidos modelos feitos com louros a generais vencedores, dignitários governantes ou atletas gregos. Já no Antigo Egito, elas eram usadas por princesas, e eram delicadas e feitas com fios ouro e prata, e inspirada nas formas da natureza. Em Roma, as tiaras de louros começaram a também ser confeccionadas com ouro e prata. O acessório surgiu como as fitas de tecido gregas, e depois começou a ganhar adornos com pérolas, gemas, rubis, diamantes e esmeraldas.  As noivas romanas adquiriram a tradição de usar tiaras feitas com flores de laranjeira, que simbolizavam inocência e pureza.

A coroa de louros era uma tiara dada a
generais vencedores, governantes e atletas gregos.

As tiaras também fizeram sucesso na Idade Média, muito usadas pelas mulheres nobres. Os modelos medievais normalmente eram feitos com correntes, e muitas vezes possuíam pedraria, pérolas, e pingentes de metal. Esse estilo de acessório também teve seu uso muito associado a ciganas; e nos anos 60 e 70, também fez parte da moda hippie. Hoje, ela compõe o estilo Boho Chic. Já a coroa, muito popularizada na Idade Média, era e ainda é um símbolo de poder, recebida através do ato de coroação de reis.

Tiaras medievais.

A tiara também era usada pelas mulheres corte napoleônica, inspiradas no estilo da Roma Antiga. Eram simples e simétricas, feitas em ouro, e decoradas com imitações de folhas de louro ou oliveira. Elas passaram a ser mais extravagantes, decoradas com gemas. No século XIX, com o design elaborado dos joalheiros ingleses, elas passaram a ser associadas a casamentos. Durante a primeira década do século XX, as tiaras passaram a ser  o principal adorno feminino nas altas classes europeias. Durante a Primeira Guerra Mundial elas voltam a ser simples, sobrevivendo à guerra e se mantendo no gosto feminino. Já na Segunda Grande Guerra, essa moda decaiu.

Charlize Theron, Michelle Willians, Siena Miller
e Keira Knigtley: adeptas da tiara.
 
Falamos tanto sobre a história da tiara, mas qual a diferença entre os nomes do título desse post? Bem, headband nada mais é do que outro nome usado para a tiara. O diadema e a coroa também podem ser considerados tipos de tiara. A diferença entre coroa e diadema é muito pequena.  O diadema seria todo fechado ao redor da cabeça. As coroas também, mas maiores, mais elaboradas e cobrem completamente a cabeça. Arcos, muitas vezes também são considerados como um tipo de tiara. Enfim, todos esses modelos podem ser considerados tiaras. Ultimamente, essa tendência tem reaparecido por aí, na forma de tiaras medievais, coroas de flores e headbands de diferentes tipos. Gostou? Você gosta desse tipo de adorno? Passe na loja e confira os nossos: www.madamevintage.com.br/.

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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Acessórios para a cabeça: chapéu, fascinator, casquete, voilette



Já falamos por aqui sobre a história do chapéu. Recentemente, outros enfeites para a cabeça têm ganhado destaque, como casquetes, fascinators e voilettes. Kate Middleton e seu casamento com o príncipe William, juntamente com os adornos das convidadas e do resto da família real, trouxeram atenção para essa moda de adornar a cabeça. Do ano de 2010 para cá, esses acessórios têm estado super em alta. E continuam com tudo, já que são a atração principal da novela das 18h, e aparecem também com todo o charme na das 21h, na cabeça da personagem Nicole. Além disso, os acessórios para cabeça marcaram forte presença na última edição do New York Fashion Week e na coleção da Emporio Armani e também da Giorgio Armani.


O casamento de Kate Middleton e os
eventos da família real chamaram a
atenção para os adornos de cabeça.

 
Os casquetes, chapéus e fascinators
roubam a cena na novela das 18h. Na foto,
Iolanda, personagem de Carolina Dieckman.
Os acessórios para cabeça marcaram forte presença no
New York Fashion Week e nas coleções Armani.

Há também outras adeptas desse tipo de acessório, como Adriane Galisteu, Dita von Teese, Drew Barrymore, Kate Moss, Miranda Kerr, e Sarah Jéssica Parker (a eterna Carrie, de Sex and the City). Audrey Hepburn também estava sempre com a cabeça enfeitada. Todos esses acessórios são retrô, e muitos deles tiveram seu auge entre os anos 20 e 40 (e por isso são um show à parte na novela das 18h, Jóia Rara), principalmente porque durante a Segunda Guerra os materiais eram mais escassos e era mais difícil confeccionar chapéus inteiros. Ainda são acessório fundamental em casamentos, eventos formais (como o da família real) ou ainda de turfe, em que o chapéu faz parte da etiqueta de vestimenta. Mas qual a diferença entre eles?

Audrey Hepburn era conhecida
por sua coleção de chapéus.

Drew Barrymore, Kate Middleton, Kate Moss,
Adriane Galisteu e Sarah Jéssica Parker.

Dita Von Teese também não
dispensa os acessórios para a cabeça.

O chapéu é fácil de identificar: cobre totalmente a cabeça. Costuma ter adornos e alguns modelos têm até mesmo voilette. O casquete não deixa de ser um tipo de fascinator, mas é aquele que tem a forma de um mini chapéu, com ornamentos. Em inglês é chamado de fascinator também ou de cocktail hat. O voilette, nome que vem do francês, é aquele véu que cobre o rosto ou parte dele. Pode estar sozinho; com algum enfeite, como uma flor, por exemplo; ou até em um chapéu. O fascinator é um adorno de cabeça que normalmente é enfeitado com pedras e plumas. Mas para os britânicos, é até um termo mais abrangente. Existem alguns acessórios que parecem um pouco difíceis de definir em uma dessas categorias. Na dúvida, a maioria pode ser chamada de fascinator. Atualmente, o fascinator é definido apenas como uma alternativa aos chapéus. Todos eles podem vir tanto em uma tiara como com uma presilha. Os enfeites são diversos: flores, plumas, rendas, pedrarias, tules.


Fascinators.

Casquetes.
 
Além de conferir um ar sofisticado à produção, esses acessórios também podem valorizar o rosto. Uma boa dica é usá-lo do lado oposto ao que você divide o cabelo. Esse truque dá a impressão de alongar o corpo. Deixe os modelos mais sofisticados, com tules, pedrarias e rendas, para ocasiões mais formais, como festas e casamentos. No Reino Unido, existe o hábito de usar peças que combinam com a roupa. Mas aqui no Brasil, isso não é uma regra. Para usar no dia a dia, o ideal é escolher modelos mais discretos. Essa moda ainda promete durar muito tempo; e fascinators, casquetes e voilettes ficam bem em todas as mulheres. Aproveite! Escolha seu modelo na nossa loja: www.madamevintage.com.br/




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terça-feira, 22 de outubro de 2013

A história do chapéu

O chapéu é um acessório muito antigo, e além de proteger, identificava origem social, religião, nacionalidade e ideias políticas de seu dono. A palavra vem do latim, "cappa", "capucho", que significa peça usada para cobrir a cabeça. Há quem diga que surgiu na pré-história, no período neolítico, usado pelo homem para proteger do sol, do frio e da chuva. Era de palha ou de pele de animais. Era atribuído aos homens, responsáveis pela tribo ou clã. Depois, passou a existir diferenciações de níveis sociais: reis usavam coroas, os sacerdotes usavam mitra e os guerreiros elmo. No início, seria uma espécie de gorro feito de couro ou de tecido, em que os antigos turbantes já apareciam em cerca de 4.500 a.C. Em torno de 3.000 a.C., na Mesopotâmia, surgem modelos de chapéu intermediários entre elmo e capuz, que se transformam em modelo mais aprimorado por volta de 2.000 a.C. Nesse período, passa a ser um símbolo militar, sacerdotal, de dignidade e nobreza, no Antigo Egito. A mitra dos faraós tinha significado místico.

Além do antigo Egito, também se usava modelos ancestrais do chapéu na Babilônia e na Grécia, através do uso de faixas, que prendiam o cabelo e protegiam a cabeça. A faixa estreita, colocada em torno da copa dos chapéus modernos é remanescente desse tipo de adorno. Surgem, então, turbantes, tiaras e coroas, usados por nobres, sacerdotes e guerreiros, como símbolo de status social. Mas o modelo antigo mais próximo do atual é o Pétaso (petasus), usado por volta do ano 2.000 a.C.  É um modelo grego, de copa baixa a e abas largas, usados em viagens como forma de proteção. Feito de feltro macio ou de peles, era ajustável e podia ser retirado com facilidade; e perdurou na Europa por toda a Idade Média (476 a 1453). O pétaso foi exportado para Roma, graças aos atores de comédia latina, e ganhou sua versão romana, através do capucho. Mas o pétaso acabou mais restrito aos palcos do que ao uso rotineiro em Roma. 
O pétaso é um modelo grego e , dentre os antigos,
mais próximo do nosso atual.
 
Os romanos criaram também o capacete. Por volta do ano 1.000 a.C., os escravos romanos eram proibidos de usar chapéus. Mas quando eram libertados, passavam a adotar o pileu, uma espécie de barrete, um boné em forma de cone, com a ponta caída para o lado, em sinal de liberdade. Esse modelo foi revivido durante a Revolução Francesa, e rebatizado de "Bonnet Rouge", símbolo do Partido Republicano Francês. O capuz também foi muito usado durante a Idade Média.

Os chapéus como conhecemos hoje surgem a partir do século XIV, quando se tornam um acessório de moda, usados pelas classes nobres para expressar sua vaidade. Eles ganham uma função mais estética, e surge a cultura do chapéu. A partir da época da Renascença, o acessório adquire os mais variados formatos e passa a ser ricamente enfeitado. Nesta época, surgem também as boinas, na Itália.
 
Pileu.
Já o chapéu feminino teve uma trajetória diferente. Na Idade Média, as imposições religiosas obrigavam as mulheres a cobrir completamente os cabelos. Os véus de noiva e as mantillas das espanholas são um resquício dessa época. Para prender o véu, usava-se uma faixa sobre o queixo e outra sobre a testa. No final da Idade Média, as mulheres passam a usar armações de metal sob o véu. Por volta de 1500, passa-se a usar capuzes enfeitados com joias e bordados. Muitos outros tipos surgiram até o século XVIII, quando surgem as primeiras chapelarias (lojas especializadas) que utilizavam diversos materiais, como palha, tecido, e diferentes enfeites.
 
Na Idade Média, as mulheres usavam véus.
Com o tempo, passaram a usar armações de metal para prendê-lo.
Modelos de chapéus da Renascença.
Após a Revolução Francesa, surgiram os gorros de abas largas, com uma fita ou faixa usada para dar um nó no queixo. Eram confeccionados com diferentes materiais e enfeitados com plumas e adornos diversos. Por volta de 1860, esses gorros foram substituídos por chapéus de tecido, presos com grampos, e se tornaram muito populares. Nas primeiras décadas do século XX, os chapéus, masculinos e femininos, tiveram muitas variações de modelos. Por volta dos anos 1900, a etiqueta exigia de uma senhora que não saísse sem chapéu. Os chapéus das modistas eram peças únicas, trabalhadas à mão. Usar um chapéu de modelo único era sinônimo de riqueza. Na Belle Époque, as mulheres usavam chapéus enormes, ornamentados com plumas, flores, rosetas ou pássaros.
 
Na Belle Époque, uma senhora não saia sem chapéu.
O acessório passou a ser menos utilizado depois dos anos 40, especialmente nos países mais quentes. Mas continuou sendo um símbolo de proteção para a cabeça e ainda dá estilo e personalidade ao visual. Em muitos eventos formais, como os da família real britânica, ou mesmo as corridas de cavalos (turfe) em Jóquei Clubes e casamentos, o chapéu ainda é um acessório quase indispensável. Os eventos mais conhecidos pela variedade e extravagância de chapéus no turfe são o Kentecky Derby, nos EUA; e o Royal Ascot, na Inglaterra (famoso pelos chapéus extravagantes das frequentadoras). A Madame Vintage tem alguns modelos de chapéus, feitos à mão. Passe na loja e confira: www.madamevintage.com.br/

O Royal Ascot é famoso pelos chapéus
extravagantes de suas frequentadoras.


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