terça-feira, 27 de outubro de 2015

O Chapéu Cloche

O Cloche foi um modelo de chapéu muito usado entre os anos 20 e 40. Foi um ícone da figura da melindrosa, a moça alegre e aventureira, que estava sempre em busca de diversão. É um modelo francês, criado por Caroline Reboux, e seu nome significa "sino", devido a seu formato, com abas curtas e parecido com uma touca. Foi criado em 1908, mas só fez sucesso nos anos 20. Há quem diga que ele é uma variação de um modelo de outro chapéu antigo, do século XIX.

Personagens de Angelina Jolie, no filme "A Troca",
e de Naomi Watts, no filme "King Kong". As duas usavam o cloche,
muito usado entre os anos 20 e 40.

Durante a Primeira Guerra Mundial, as mulheres saíram de casa e foram trabalhar fora, no lugar de seus maridos, filhos e parentes homens. Isso lhes trouxe um desejo maior de independência. O vestuário do pós guerra mudou, trazendo um pouco de androginia à silhueta feminina. As roupas ficaram mais soltas, marcando menos as curvas, a barra dos vestidos subiu, e a cintura ficou mais baixa.

Os anos 20, também conhecidos como "os anos loucos", ficaram marcados por toda uma geração insatisfeita do pós guerra, que buscava a liberdade e os prazeres da vida, aproveitando a vida em cada instante. Assim, essa época ficou conhecida pelas grandes festas, marcadas pelo consumismo, gastos desenfreados e muito champanhe, embaladas ao som do jazz e do charleston. Por esse valor de vida consumista, gastador e festeiro, os acessórios costumavam contar com muitas plumas, brilho, transparências, franjas e bordados no vestuário noturno. Durante o dia, as mulheres usavam o cloche. Os ornamentos em estilo Art deco eram muito usados na chapelaria.

Durante o dia, as mulheres usavam o cloche.

O uso deste modelo de chapéu estava diretamente ligado ao corte de cabelo das mulheres. Usava-se o corte "À La Garçonne", também chamado em inglês de "Bobby" e conhecido por aqui como "Channel" (foi popularizado pela figura da estilista de moda Gabrielle Chanel, que estava muito em alta nessa época). Há quem diga que o cloche foi ajustado de modo a ser usado com este corte de cabelo. E há quem diga que o corte se popularizou por causa do cloche, porque ficava difícil usá-lo com cabelos compridos. Vende mais porque é fresquinho ou é fresquinho porque vende mais? Difícil dizer quem precedeu quem, mas não há dúvidas de que o chapéu e o corte de cabelo estavam intimamente ligados.
O cloche estava diretamente ligado ao corte de cabelo "À la Garçonne"

O fato é que o cloche era, naquele tempo, um símbolo da autonomia e do empoderamento feminino. Foi um período também marcado pela militância das sufragettes e a conquista do direito ao voto feminino em alguns países. O acessório se tornou uma febre, e seu uso era quase obrigatório. A atriz Louise Brooks tinha o cloche como ícone de estilo, e era uma referência de moda na época. Nos anos 30, o cloche continuou a ser usado, mas não com o mesmo sucesso dos anos 20. Nos anos 40, com a guerra, seu uso decaiu. Em 1949, surge uma variação do cloche, com abas mais estreitas, em modelos menos afundados na cabeça, permitindo que se veja mais do rosto e do cabelo das mulheres que o usavam. Na década de 1960, o cloche foi revitalizado por Halston, um designer de roupas que  sendo este modelo de chapéu parte de sua coleção outono-inverno.

A atriz Louise Brooks transformou o cloche num ícone de estilo.

E aí? Gostou? Gosta do cloche? Passe na nossa loja e conheça nossos modelos artesanais: www.madamevintage.com.br. Nossos produtos são peças únicas (um exemplar de cada). Confira o seu, antes que acabe!




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quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Video: Dicas para usar a flor com o voilette



Como usar o voilette e a flor dos nossos kits? Nesse video, eu te mostro como! É bem fácil! Aproveite para se inscrever no nosso canal! (Clique aqui para se inscrever.) Ah, e não se esqueça de contar o que achou do video. Comente! Conte o que você quer ver nos nossos próximos videos e aqui no blog.



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terça-feira, 6 de outubro de 2015

Chapéu Pillbox

O chapéu Pillbox, também conhecido como "chapéu de aeromoça", ficou conhecido como a marca registrada da primeira dama dos EUA, Jackeline Kennedy. O Pillbox surgiu nos anos 30, e seu nome, do inglês, significa "Caixa de Pílulas", por causa de seu formato redondo. Mas há quem diga que ele tem origem militar e que fazia parte da vestimenta militar do Império Romano.

O chapéu pillbox ficou conhecido como a
marca registrada de Jackeline Kennedy.
Na década de 30, ele surge como um modelo de chapéu simples e de corte reto, pequeno e sem abas. E fazia sucesso por causa de sua simplicidade e elegância.  O Pillbox se popularizou com a atriz Greta Garbo, que usou um no filme "Como me queres", em 1932. Nessa época, os modelos eram simples, em cores sólidas e sem muitos adornos. Mas nem por isso simplórios, sendo elaboradamente projetados. 

Greta Garbo popularizou o Pillbox no filme
"Como me queres", em 1932.
Muitas vezes decorados com broches ou jóias, frequentemente também tinham um pequeno voilette. Geralmente eram confeccionados em feltro, mas também apareciam em outros materiais, como veludo, organdi e até mesmo em peles de lince, raposa ou leopardo.
Modelo Pillbox de 1936.
Modelo Pillbox com voilette, de 1943.
A popularidade do Pillbox aumenta no período após a Segunda Guerra Mundial, e ganha força com o estilista Crisóbal Balenciaga. Geralmente, vinha com o véu (voilette), e costumava ser usado em tamanho pequeno, lembrando até mesmo um casquete. Mas foi nos anos 60 que ele atingiu seu auge. Graças à Sra. Kennedy. A primeira dama, ícone da moda da época e referência de estilo e elegância, combinava a alfaiataria de seus tailleurs com luvas e chapéus pillbox. Até mesmo no evento trágico do assassinato de seu marido, Jackie Kennedy usava um chapéu pillbox.

Modelo de Pillbox com voilette, dos anos 50.

Até mesmo no dia do assassinato de seu marido
Jackie Kennedy usava um chapéu pillbox.


O modelo continua ainda hoje a ser um ícone de estilo, especialmente para quem aprecia e se identifica com o estilo retrô. Em diferentes formas e modelos, o pillbox ainda agrada a muitas, e é ícone de elegância. Ele é usado ainda hoje na Inglaterra, muitas vezes por noivas. Existem muitas adeptas que usam o pillbox em looks de estilo pin up, Lolita e até mesmo steampunk. Gostou? Confira os nossos: www.madamevintage.com.br .



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História da Bandana

terça-feira, 29 de setembro de 2015

História da Bandana

Esse acessório, que nada mais é do que um lenço, tem se destacado ao longo das décadas, de diferentes formas. Seu uso começou no velho Oeste dos EUA. Ela nada mais era do que um pedaço de lenço, em formato triangular, com estampa cashmere, que os cowboys amarravam no rosto, para se proteger da poeira e do suor.

O uso da bandana começou com os
 cowboys do Velho Oeste.

Nos anos 20, ela ganhou outra cara. O estilista Paul Poiret se inspirou na cultura oriental e criou diferentes formas para as mulheres amarrarem lenços na cabeça. Muito usados na época, algumas vezes esses lenços apareciam de forma simples e em outras, com adornos e bordados.

Lenços usados nos anos 20.

As personagens Daisy, de "O Grande Gatsby,
e Lady Edith Crawley de "Downtown Abbey".

As atrizes Greta Garbo e Clara Bow.


Confira nosso video com dicas de como usar o lenço no estilo anos 20:




Nos anos 40, veio a Segunda Guerra Mundial, e com todos os homens fora de casa, as mulheres precisaram ir trabalhar na indústria. Nessa época, a bandana foi muito usada por dois motivos. Um deles é que faltavam insumos para que as mulheres fizessem os cabelos no salão, pois muita coisa estava em falta na época. Além disso, os cabeleireiros eram homens, e tinha ido para a guerra. O outro motivo era meramente por praticidade e segurança: prender os cabelos durante o trabalho na indústria. Trabalhar com os cabelos soltos representava um perigo real: eles podiam ficar presos nas máquinas. E assim, surge a estética da bandana pin up, eternizada pela figura de Rosie The Riveter, que aparecia em anúncios que convocavam as mulheres ao trabalho nas fábricas.

As mulheres usavam a bandana para proteger o cabelo
durante a jornada de trabalho nas fábricas.
Prender o cabelo nas máquinas era um perigo real.

Propaganda da Segunda Guerra Mundial,
convocando as mulheres ao trabalho na indústria.
À direita, Rosie the Riveter, que se tornou ícone da cultura pin up.

Confira nosso video sobre as nossas bandanas pin up:

No século XXI, essa estética ressurge, quando as mulheres resolvem se inspirar na estética pin up e retrô. Uma das adeptas mais famosas e ícone do estilo foi a cantora Amy Winehouse. Também já foi usada pela cantora Rihanna. As pin ups estilo rockabilly (que remetem aos anos 50) também costumam usar bastante a bandana. Nessa época dos anos 50, ela não deixou de ser usada, mas normalmente era usada como faixa para o cabelo. Outro uso muito comum do lenço nos anos 50 era amarrá-lo no pescoço.

A bandana aparece no estilo das mulheres do século XXI
que se inspiram na estética pin up

Faixas de cabelo usadas nos anos 50.
Amy Winehouse usando a bandana pin up.
As cantoras Rihanna e Gwen Stefani usando a bandana pin up.

Nos anos 60, a bandana é mais uma vez reinventada. O acessório foi adotado por Jimmy Hendrix na construção de seu estilo pessoal. Lenços com estampas psicodélicas eram os favoritos, bem ao estilo da época. Janis Joplin foi outra adepta, muitas vezes usando lenços mais parecidos com as bandanas originais. E assim, o acessório passa a fazer parte também da estética hippie. E continua presente no estilo hippie durante os anos 70.

Jimmy Hendrix e Jani Joplin difundiram o uso da bandana
 na cultura hippie, nos anos 60.

Nos anos 80 e 90, ela mais uma vez aparece no mundo da música. Axl Rose também aderiu ao acessório, amarrando diretamente na testa, dobrada em tamanho mais largo, e amarrada próximo aos olhos. A estampa mais uma vez era de cashmere, ao estilo cowboy. Tupac foi outro adepto, que costumava deixar as pontas para frente, lembrando até mesmo a amarração das pin up da segunda guerra.

Axl Rose e sua famosa bandana.

Tupac também usava a bandana.

Nos dias de hoje, a bandana continua sendo muito usada, em vários estilos e com inspirações em várias épocas diferentes. Ela é usada não só na cabeça, mas também no pescoço e até de outras formas inusitadas, como amarradas no pulso. Gostou? Passe na nossa loja e confira nossos lenços, faixas de cabelo e bandanas pin up: www.madamevintage.com.br

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terça-feira, 22 de setembro de 2015

Video: Dicas para usar o casquete


Confira no video as dicas para usar o casquete! Aproveite para se inscrever no nosso canal! (Clique aqui para se inscrever.) Ah, e não se esqueça de contar o que achou do video. Comente! Conte o que você quer ver nos nossos próximos videos e aqui no blog.



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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Madame Na Garupa da Vespa!

Clique aqui para conferir a postagem.

A Madame saiu no blog "Na Garupa da Vespa"! É uma postagem com dicas muito legais para as crianças que gostam do estilo retrô (Geralmente, elas curtem o visual da mamãe e do papai e querem aderir à moda também... Rs). A Madame foi indicada na lista de lojas que confeccionam produtos infantis com estilo retrô. Vale a pena ler a postagem, viu, gente? É bem legal! 
Confiram:
http://www.nagarupadavespa.com.br/2015/08/moda-retro-infantil.html
Confira nossos acessórios infantis:
http://www.elo7.com.br/acessorios-bebe-e-infantil/al/9032F
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Site novo!


quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Madame Vintage no Bazar Noir!



Nesse domingo (23 de agosto), a Madame estará no Bazar Noir, edição Pin Up! Vai acontecer no Rio de Janeiro, na Chopperia Brazooka e no Teatro Odisseia, na Lapa. Se você mora no Rio ou vai estar na cidade, não deixe de conferir o evento! Muitas atrações, com DJ, show da banda Fuzzcas, concurso de pin ups, stand de maquiagem, distribuição de cupcakes, desfile, exposição de fotos e feira erótica! Não é de graça, mas a entrada é bem baratinha: só R$ 5! Passe lá, se divirta e compre acessórios da Madame sem frete. Bata um papo comigo. Fica a dica para o dia 23. Espero vocês lá! 
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Confira o Flyer do evento:




Você vai? Te espero lá!


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terça-feira, 16 de junho de 2015

Xadrez: as estampas que têm a cara do inverno

Entra inverno, sai inverno, e as estampas xadrez continuam fazendo sucesso. Algumas padronagens como o Vichy, continuam em alta mesmo no verão. Em vários estilos diferentes, o xadrez é um clássico. Você conhece a história do xadrez?

Segundo historiadores, a origem do xadrez pode ser traçada até a Idade do Ferro (700 a.C – 50 a.C), no norte da Europa, mais especificamente na região da Alemanha e da Dinamarca. Apesar de a estampa ser sempre associada aos escoceses, acredita-se que seu uso remonta aos antigos celtas. Escavações e pesquisas arqueológicas encontraram indícios de sacrifícios humanos em que as vítimas pareciam estar usando roupas feitas com tecidos de lã em estampa xadrez.

O Tartan ou xadrez escocês

Há evidências de que o tartan, conhecido como xadrez escocês, existia já no século III a.C. A partir do século XVIII (por volta de 1703), ele passa a ser usado para identificar os clãs na Escócia, para distinguir as famílias. Tem sido usado na confecção de kilts, a vestimenta típica dos homens, que fez muito sucesso após a Segunda Guerra Mundial. No século XIX, visitas freqüentes da Rainha Vitória à sua propriedade na Escócia estimularam a produção da estampa. Mas foi Coco Chanel que, em 1916, introduziu o tartan no guarda roupa feminino. Nos anos 70, a estilista Vivienne Westwood utilizou a estampa juntamente com couro, metal e tachas, para compor um visual punk. A intenção era ironizar e romper com os ícones culturais.

Xadrez tartan: usado para romper com ícones culturais.
Emma Watson usando o xadrez tartan.

Estampa passou a ser usada na Escócia
para identificar clãs e distinguir as famílias.


O Vichy

Seu precursor é o Medevi Square, considerado a marca do xadrez sueco, e originalmente produzido nas cores vermelho e branco. O nome Vichy se deve à cidade francesa onde ficou famoso, conhecida pelas camisas, aventais e tecidos de algodão com a padronagem. Ele ficou muito conhecido na época da invasão alemã, durante a Segunda Guerra Mundial. O Vichy era originalmente preto e branco. Mas o xadrez tradicional conhecido como sueco, em vermelho e branco e com o mesmo desenho, passou a ser chamado de Vichy também. Uma característica do vichy é ser bicolor. Ele sempre vem em dupla do branco com outra cor. As mais tradicionais são as combinações de preto e branco e de vermelho e branco. Mas também é muito comum ver a combinação de azul com branco e ainda em outras cores.

O vichy foi popular para vestidos de verão no século XIX. Foi usado nos anos 20 pela famosa atriz Clara Bow. Mas teve seu auge nos anos 40 e 50, se transformando na estampa queridinha das pin ups, e usada em biquínis, camisas, blusas, saias e roupas de banho. E se tornou muito popular nos EUA. No Brasil, o vichy ficou conhecido como a estampa de tolhas de piquenique.

A atriz Brigitte Bardot foi a maior adepta conhecida do xadrez vichy, e transformou a estampa em uma febre durantes os anos 70. Ela apareceu no filme “E deus fez a mulher”, em 1956, usando um modelo cheio de babados. A ariz era fã incondicional do vichy, e o incorporou a seu estilo a tal ponto, que usou a estampa em seu vestido de casamento, nas cores rosa e branco, com detalhes enfeites de renda. O modelo foi muito copiado na Europa e nos EUA. Outra celebridade que incorporou o vichy em seu guarda-roupa foi a cantora country Dolly Parton. Nos dias atuais, Chanel e Dolce & Gabbana resgataram a estampa em tamanhos e cores diferentes do tradicional.

Brigitte Bardot gostava tanto do Vichy, que usou a estampa,
nas cores rosa e branco, em seu casamento.

Bardot transformou a estampa em uma febre.
Dolly Parton: mais uma adepta do vichy.

Não demorou muito para que surgisse uma variação mais moderna da estampa vichy, e até mesmo com uma pegada mais masculina. O Buffalo Check é a versão dele em vermelho e preto, com quadrados maiores. Muito usado em roupas flaneladas, cobertores e mantas, ele fez sucesso nos anos 90, com o estilo grunge. Há também quem associe essa estampa ao tartan e veja grandes semelhanças entre as duas.

Xadrez Buffalo Check:
uma variação do vichy ou do tartan?

Pied-de-Poule

Este xadrez também tem origem francesa e significa “Pés de galinha”. Ele ganhou esse nome porque o entrelaçado dos fios de sua trama forma um desenho parecido com o pé da ave. A estampa foi criada na França para roupas urbanas e provém do tecido de lã do príncipe de Gales. A primeira celebridade a usá-lo foi o Duque de Windsor. O Pied-de-Poule foi muito popular com a aristocracia inglesa dos séculos XIX e XX.

Muito usada no século XIX, a estampa foi introduzida e eternizada na moda feminina por Coco Chanel, em seu tailler, nos anos 20. Sua grande característica é também vir em duas cores. Geralmente, em preto e branco. O estilista Christian Dior também levou o Pied-de-Poule para as passarelas e o popularizou em caixas de perfume.

Coco Chanel usando estampa Pied-de-Poule.
A estilista introduziu e eternizou a estampa na moda feminina.

Padrão tradicional, em preto e branco, é um clássico e nunca sai de moda. Uma variação do Pied-de-Poule é o Pied-de-Coq, que significa “pé de galo”. É uma versão com desenho maior.

As padronagens Pied-de-Poule e Pied-de-Coq.


Lady Gaga usando o Pied-de-Coq, uma variação do Pied-de-Poule.


Outros tipos de xadrez

Madras – Xadrez de origem indiana, é leve, e inspirada em trabalhos artesanais de patchwork. Possui linhas mais estreitas e cores mais vivas e é muito usada no verão.

Xadrez madras: a estampa tem origem indiana.


Burberry – Xadrez registrado pela grife de mesmo nome, aparece em bolsas, perfumes e casacos da marca. Suas cores variam em tons de bege, branco, marrom e vermelho.

Xadrez Burberry: registrado pela grife de mesmo nome.

Príncipe de Gales ou Xadrez Gales – De origem escocesa, é originário da Escócia do século XIX. O nome é uma homenagem ao herdeiro do trono do Reino Unido, e foi popularizado pelo Duque de Windsor (Edward VIII, que acabou dando o nome à estampa). Possui linhas mais estreitas e quadrados mais sutis, e é muito comum em alfaiataria, em cores sóbrias.

Xadrez Gales: muito usado na alfaiataria.

Argyle ou Argilé – Xadrez usado em suéteres de lã, com losangos transpassados com linhas em tons mais claros. Tem origem na Grã-Bretanha do século XIX. Muito comum na moda masculina, é considerado conservador e elemento do estilo nerd.

Xadrez Argyle: um elemento do estilo nerd.


E aí, gostou? Você pode conferir alguns de nossos produtos com diferentes estampas xadrez. Muitos deles são casquetes. Em breve, também vamos lançar flores em estampa xadrez. Confira nossos produtos: www.madamevintage.com.br/.

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