Se você gosta do cloche e não sabe exatamente como criar looks com ele, aproveite essas sugestões para se inspirar!
Essa inspiração é com um cloche de aba curtinha, estilo que foi bastante usado nos anos 20. O cloche de feltro é um chapéu muito bom para usar em um tempo mais frio, porque ele ajuda a esquentar a cabeça.
Nesse caso, uma combinação contrastante entre um azul de tom escuro e o vermelho, com uma referência asiática na blusa (algumas estéticas da Ásia influenciaram a moda dos anos 20).
Dependendo do frio, você pode usar esse look com uma calça jeans, e completar com uma bota, um casaco, um cachecol...
Se você gostou desse chapéu, clique aqui para conferir na loja.
Mais uma inspiração com cloche de aba curta. Nesse caso, a aba tem um estilo diferente, inspirada em um modelo real dos anos 20, publicado em um guia de costura. É ondulada e virada para cima, além de ter uma cor marcante. O laranja faz uma combinação muito boa com o preto. Nesse caso, uma solução muito simples é combinar uma blusa ou vestido laranja com a aba de cor semelhante.
Se o dia estiver muito frio, você pode usar calça e casaco. O lenço, além de esquentar, dá um charme ao look.
Se você gostou desse chapéu, clique aqui para conferir na loja.
Essa terceira inspiração é um look em preto e branco com cloche. É uma composição com inspiração em elementos dos anos 20. O cloche tem uma estampa de poás na aba, e a blusa tem listras risca de giz. E quem disse que não pode combinar estampas? O segredo é que a padronagem de uma estampa seja menor (no caso o poá, que é bem pequeno), e outra maior. Outra dica é que as listras combinam praticamente com qualquer coisa.
E a terceira dica é combinar estampas que tenham a mesma cor. A combinação de preto e branco é um clássico. imortalizado por Coco Chanel nos anos 20.
Você pode usar esse look com uma calça ou com meia e saia. E um casaquinho sempre vai bem.
Se você gostou desse chapéu, clique aqui para conferir na loja.
Se você quiser conferir todos os cloches na loja, basta clicar aqui.
Se quiser acompanhar mais inspirações de looks como estas, siga a Madame no Instagram: @madamevint.
Tenho uma novidade: a loja está novinha em folha! E muito mais fácil de navegar também. E é sempre bom quando vem mais alguma coisa junto, não é verdade?
Então quero aproveitar para te contar que alguns itens estão com
desconto. A maioria deles é de itens com penas, já que a Madame Vintage
não usa mais insumos de origem animal. Eu vou deixar esses produtos com
desconto por algum tempo, e depois devo retirar da loja.
Se você se interessou por algum desses produtos da imagem, clique aqui para conferir os descontos nos preços deles!
Você gosta dos anos 40 e quer montar seu look, mas não sabe qual acessório usar? Eu fiz essa seleção de acessórios que correspondem exatamente a essa época. Clique no que você gostou para levar para casa!
Clique para conferir os acessórios da seleção que você gostou para levar para casa:
O chapéu Cloche foi um ícone dos anos 20 e do estilo das melindrosas. Também foi um pouco usado com outras formas nos anos 30, 40 e 50, e teve um revival de mais destaque nos anos 60. E continua com popular ainda nos dias de hoje. Eu fiz essa seleção de chapéus Cloche em diferentes modelos. Clique no que você gostou para levar para casa!
Clique para conferir os acessórios da seleção que você gostou para levar para casa:
O chapéu Pillbox fez
muito sucesso entre os anos 30 e 60, e se tornou um ícone do estilo pin
up. Eu fiz essa seleção de chapéus Pillbox que correspondem em
diferentes modelos. Clique no que você gostou para levar para casa!
Clique para conferir os acessórios da seleção que você gostou para levar para casa:
Se você gosta dos anos 20 e quer montar seu look, mas não sabe qual acessório usar... Eu fiz essa seleção de acessórios que correspondem exatamente a essa época.
Clique para conferir os acessórios da seleção que você gostou para levar para casa:
Muito conhecido nos dias atuais como um acessório de
chapelaria da realeza britânica, o fascinator ganhou este nome nos anos 60 e
70. Mas a origem é muito mais antiga: a corte da realeza francesa do século
XVIII. Poderia-se dizer que o acessório remontaria à pré História, com o uso de
enfeites na cabeça. Mas é melhor tratar a história desse acessório a partir de
um momento em que ele é entendido conscientemente como um item de moda.
Nos anos de 1770, Maria Antonieta decidiu enfeitar o penteado
com penas de avestruz e pavão. E assim, a rainha lançou a moda do fascinator.
Mas ele não se resume a um mero uso de penas no cabelo. O século XVIII também
foi o século de um acessório chamado Fontange,
surgido na década de 70 do século anterior. Criado por Mademoiselle de Fontange (Marie Angélique de Escorailles, a marqusa de Fontange),
o acessório consistia em uma estrutura de tecido engomado e armado, em forma de
leque, preso a uma touca de linho, cambraia ou tecido semelhante, que era
encaixada na cabeça e amarrada. Este enfeite em forma de leque geralmente era
feito de renda ou de tecido transparente, e era chamado de pinner. Este pinner era
mantido levantado através de arames que faziam parte da estrutura do acessório,
fixado na parte de trás, com uma inclinação para frente. E uma parte do tecido,
costumava ficar ligeiramente caída atrás da cabeça, como uma espécie de pequena
cauda ou véu, cobrindo o cabelo. Da França, a moda do Fontange se espalhou por toda a Europa entre 1690 e 1710.
A marquesa de Fontange foi a criadora do acessório que ficou conhecido como Fontange
Fontange do século XVII - 1886
Fontange do século XVII 1890-1895
No século seguinte, o fontange
fica cada vez mais refinado e trabalhado, e se popularizou em diferentes
modelos e estilos. Algumas vezes, eram acrescentados laços de fita, além de
muitas pregas. Logicamente, era um símbolo de status social, já que era usado
por mulheres nobres e ricas. Geralmente, as pessoas consideram como fascinators
ou notam apenas modelos com penas. Isso não é uma regra. O fascinator é um
acessório que é por essência algo vistoso, quer tenha penas ou não. Por isso é
importante ressaltar a importância do fontange
como um dos primeiros modelos de fascinators, mais até do que apenas o uso de
penas no cabelo, sem que exista um arranjo elaborado delas.
Fontange do século XVIII
Esses arranjos
surgiram com Maria Antonieta, e se popularizam conforme a altura dos penteados
ia ficando cada vez mais alta. Normalmente, as penas de avestruz eram usadas
nos penteados juntamente com fitas. Com o tempo, esses arranjos de penas também
foram ficando mais sofisticados, com laços, fitas, contas e broches, juntamente
com as penas. Normalmente, eram usados com grandes perucas.
Maria Antonieta criou o fascinator de penas
Os arranjos de penas de Maria Antonieta, no século XVII, foram ficando cada vez mais sofisticados
Surgiram, ainda no século XVIII, modelos de fascinators que
eram uma espécie de mistura do fontange
com o arranjo de penas. Eram acessórios com rendas e laços, que juntamente com
as penas, eram vistos como sinal de indiscrição, e considerados exagerados.
Alguns chegavam até mesmo a imitar pratos de frutas, além de outras
extravagâncias. Também havia modelos feitos de tela (estilo véu) e fitas com
tecidos e laços torcidos.
O fontange se espalhou por toda a Europa, inclusive a Espanha.
Na Espanha, as mantillas,
véus que as mulheres usavam para ir á igreja, passam a ser usados com um grande
enfeite no topo. Eram fascinators também de renda ou tecido, presos por um
pente, e decorados com rosetas e flores de fitas e renda. A versão da mantilla com pinner se tornou um traje típico espanhol, usado até os dias de hoje.
Surgiram versões da mantilla com enfeites ao estilo do pinner
A mantilla com pinner se tornou um traje típico espanhol, usado até os dias de hoje.
Sofia de Espanha usando a mantilla com pinner: traje típico usado até os dias de hoje
No século XIX, o acessório continua a ser usado, muitas vezes
com flores, rendas, babados, penas e laços. Eram usados não apenas por mulheres
jovens, mas também por mulheres maduras ou mesmo consideradas idosas.
Penteados do século XIX
Fascinator do século XIX
O Fascinator ainda era usado no século XIX
Nos séculos XVIII e XIX, os fascinators eram presos a toucas,
bonnets ou gorros, ou mesmo a um véu, e com relação a isso, eram bem diferentes
dos modelos modernos. Nos dias de hoje, eles costumam ser presos por pentes,
arames, presilhas ou clipes, com ênfase somente no volume vertical. O enfoque
fica totalmente voltado para o enfeite. E aliás, muitas vezes, o fascinator de
hoje chega até mesmo a ser apenas “o enfeite do chapéu, mas sem o chapéu”.
Do século XIX para cá, ele entrou um pouco em desuso com a
chegada da Primeira Guerra Mundial. Aliás, mesmo no período da Belle Époque, a
moda era de chapéus maiores e muito enfeitados. Mas chapéus e não fascinators.
Nos anos 50, período do pós guerra e do New
Look, Cristóbal redescobre o fascinator, ao tentar equilibrar o tamanho do
chapéu ao volume do casaco e do vestido. Mas o fascinator moderno, batizado com
esse nome veio do chapeleiro (Milliner) John P. John, também conhecido apenas
como “Mr. John”. Nos anos 60, John fez, em Nova York, chapéus feitos de véus,
que continuavam no topo da colmeia, e os chamou, pela primeira vez, de
fascinators.
Mr John é considerado o pai do fascinator moderno
Nos anos 50, os acessórios parecidos ou similares eram no
máximo chamados de half hats ou clip hats. Mas o nome dado por Mr. John parecia
muito mais atraente e foi uma jogada de marketing realmente inteligente. Ele é
reconhecido por transformar o acessório em um fenômeno moderno e conceitual,
que continuou uma sensação durante os anos 70.
Carmem Dell'orefice usando fascinator criado por Mr John.
Nos anos 90, quem se destacou com a confecção de fascinators
foi Philip Treacy, defendido pela editora de revistas Isabella Blow.
Curiosamente, ele não gostava do termo fascinator, e preferia chamar seus
acessórios apenas de chapéus.
O chapeleiro Philip Treacy não gosta do termo fascinator
Nos anos de 2000, em especial de 2010, os fascinators se
popularizaram ainda mais com os casamentos da família real britânica. Apesar
das controvérsias de quem defende que não é formal o suficiente como um chapéu,
o acessório foi abraçado e se tornou querido das gerações mais jovens, que não
se identificam com chapéus tradicionais.
Os fascinators se popularizaram com os casamentos da família real britânica