terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Dicas para usar o broche



No último post, falamos sobre a história do broche, e de como ele foi sinônimo de status. Quanto mais brilhante, mais rica a pessoa era. Agora, vamos dar dicas de como usar esse acessório charmoso. No outro post, citamos algumas celebridades por aí que andam usando o broche. Os looks das mocinhas trazem diferentes ideias de uso, em que muitas vezes a gente nem pensa.

A dançarina burlesca Dita Von Teese é fã do broche, especialmente os de estilo retrô. Ela tem o hábito de usá-lo na lapela mesmo, no decote ou na alça do vestido, e geralmente do lado esquerdo. Dita usa muito o broche em looks de festa, deixando a peça como o destaque da produção. Ela dispensa o uso de colares, pulseiras e brincos. É uma boa dica de uso, para não exagerar na produção. Afinal de contas, em uma festa de gala, quanto menos acessórios, mais elegante se fica. A dançarina também usa o broche em situações mais informais. Nesse caso, os modelos são divertidos, de florezinhas ou frutinhas; e ela também deixa as joias e outros acessórios em casa.

Dita von Teese não dispensa o broche,
destaque da produção em looks de festa.
Dita também usa broches coloridos em looks informais.
Assim como Dita, muita gente usa o broche no decote, especialmente se for profundo, ou ainda na gola da camisa, principalmente quando está fechada. Também dá para usar para prender um lenço ou xale, ou para usar vários broches juntos, formando um belo desenho na roupa. Michele Williams, Missy Pile e Anne Hathaway também apareceram usando o acessório na cintura, uma ótima ideia para animar aquele vestido antigo que toda garota tem no armário. Outro uso inusitado é o de Taylor Swift no Teen Choice Awards: no cabelo. 

Michele Williams e  Missy Pile usam o broche na cintura.

Taylor Swift usou o broche no cabelo.
Diferentes usos: no decote, na gola da camisa fechada,
Anne Hathaway com broche na cintura,
o acessório usado de maneira informal no moleton,
vários broches formando desenho.
Na verdade, há várias possibilidades de uso, como na bolsa, no chapéu ou no colar, por exemplo. É só usar a criatividade. Atualmente, o broche pode até ser usado pelos homens, sem nenhum problema. Gostou? Para entrar na moda, você também pode conferir nossos broches na Madame Vintage: www.madamevintage.com.br.


Broche: Um sinônimo de status e estilo

O amor está no ar...

A história das joias

Os clássicos camafeus

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Broche: Um sinônimo de status e estilo

Ao contrário do que muita gente pensa, o broche não saiu de moda. Não é à toa que algumas celebridades, especialmente as de estilo vintage/retrô, têm andado com o acessório por aí. A dançarina burlesca Dita Von Teese é uma que não dispensa o broche, que dá o toque final em suas produções. Além dela, Anne Hathaway, Taylor Swift, Michele Williams e Missy Pile também não ficam atrás, especialmente quando têm um evento de tapete vermelho. Cada uma delas usa o acessório à sua maneira, e falaremos das ideias de como usar em outro post.
O broche dá o toque final aos looks de Dita von Teese.
Michele Williams e Missy Pile não dispensam o acessório no tapete vermelho.

Durante muito tempo enquadrado na categoria joia, o broche foi sinônimo de status social. Quanto mais brilhante o broche, mas rica a dona (ou dono). Você conhece a história desse acessório? Quando surgiu, no fim da Idade do Bronze, 1.000 a.C., na Europa Central, ele era muito parecido com um alfinete de fraldas. Ele era usado para fixar o vestuário e adornos, e seu nome era fíbula. A fíbula era amplamente usada pelos gregos, e tinha papel essencial na vestimenta. Afinal de contas, tratava-se de uma grande peça de tecido retangular, fixado na parte superior pela fíbula. O cinto era um item opcional. As fíbulas gregas geralmente era bem ornamentadas, muitas vezes com figura de animais.



Antiga fíbula e traje grego.
A peça também era usada por persas e etruscos. Os romanos adotaram a fíbula grega, e a usaram em larga escala. Em Roma, o modelo mais comum era  na forma de "T", que teve grande importância no primeiros séculos. Com as conquistas romanas de territórios, a fíbula se difundiu pelo norte da Europa. Os gregos e romanos também usavam medalhões com pinos, que normalmente fixavam a capa. Eram frequentemente decorados com pedrarias. Outros povos como anglo-saxões, escandinavos e francos também usavam a fíbula, e cada um deles tinha um estilo diferente. Na Idade Média, a fíbula romana já havia caído em desuso, dando lugar a broches ornamentados e cheios de simbologia. Com a introdução e difusão do cristianismo, começam a surgir broches em forma de cruz, com evidente influência carolíngia e bizantina. A peça continuou a ser usada durante toda a Idade Média.

Novas técnicas de aperfeiçoamento foram surgindo, e na Renascença, o uso de joias se espalhou por toda a Europa. O broche virou artigo de luxo, decorado com gemas coloridas, pérolas e diamantes, ou associado ao camafeu. Reis e nobres competiam para ver que se ornamentava mais com joias, e os broches foram protagonistas nessa competição. No período barroco, o estilo dominante era o da flora, e as peças enfeitavam chapéus masculinos e mangas, corpetes, cabelos e vestidos. Ao longo do tempo, os broches continuaram a ser usados, e nos dias de hoje, parece que é coisa da vovó. Mas não é. Continua sendo um toque charmoso no look. Há vários tipos e estilos, como pedraria, flores e camafeus. E aí? Gostou? Na Madame Vintage, você encontra tipos diferentes de broches. Confira e escolha o seu: www.madamevintage.com.br.


terça-feira, 6 de novembro de 2012

Novela das 6h traz de volta o romantismo da Belle Époque



"Lado a Lado" traz no figurino elementos
da Moda Belle Époque

Já falamos aqui sobre a Belle Époque e a Art Nouveau, estilo que vigorou desde o fim do século XIX até a Primeira Guerra Mundial, em 1914 (aqui no Brasil, até a semana de Arte Moderna de 1922), tanto na arte quanto na moda. A atual Novela das seis, "Lado a Lado", traz de volta todo o clima e o romantismo da moda dessa época, ambientada em meio a grandes ideias e inovações sociais, seja no Brasil, na Europa, ou nos restante das Américas.

Os autores se inspiraram em grandes figuras femininas do início do século XX, como Chiquinha Gonzaga, a escritora Nísia Floresta, a milionária Eufrásia Teixeira Leite, a escritora Júlia Lopes de Almeida, e Tia Ciata (baiana, cozinheira e mãe de santo), em meio ao surgimento do movimento feminista no país e o nascimento do samba. Essas figuras históricas servem de inspiração para as protagonistas Laura e Isabel, duas amigas em classes sociais opostas. A primeira (Marjorie Estiano) de família abastada, e a segunda (Camila Pitanga) pobre e filha de ex-escravo, moradora do Morro da Providência. Os ideais feministas são o grande tema do enredo.

As classes mais altas exibem muita renda,
bordados, babados, pérolas e camafeus,
típicos do estilo Belle Époque
Dentro desse contexto, a novela mostra todo o romantismo e beleza do figurino, especialmente com as personagens de classes mais altas, trazendo rendas, bordados, babados, pérolas, flores e camafeus, bem típicos da moda Belle Époque, trazida da Europa para o Brasil. Há um contraste com as vestimentas dos personagens pobres, com roupas mais rústicas e uma quantidade menor de adereços. Já os personagens do teatro, que são atores, vestem uma pequena variação do figurino de classes mais altas, mas com detalhes mais extravagantes, por se tratarem de figuras de uma classe artística, e portanto que usa roupas um pouco mais criativas. 

E você, gosta do estilo Belle Époque de "Lado a Lado"? Os elementos presentes no figurino, como camafeus, rendas, flores e pérolas são algo que a Madame Vintage tem de sobra. É uma maneira retrô e ao mesmo tempo moderna de usar os elementos Belle Époque: através dos acessórios. Com um look composto por peças modernas e alguns acessórios no estilo, você compõe um visual bem interessante. Passe na Madame e escolha o seu acessório: www.elo7.com.br/madamevintage. Boas compras e divirta-se!

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terça-feira, 9 de outubro de 2012

Moda Náutica e fundo do mar



O estilo náutico é um clássico da moda, eternizado por Coco Chanel.

Uma das tendências para o verão é o estilo náutico, juntamente com referências ao fundo do mar e à praia. Esses foram alguns dos elementos da edição de verão 2013 do Fashion Rio, que revela o que deve estar nas vitrines e nas ruas na próxima estação. No que diz respeito à praia, valem estampas tropicais, cores que lembram a praia e o por- do-sol (areia, azul, verde, vermelho, laranja, amarelo, coral, branco), ou coqueiros, só para citar alguns exemplos. Em relação às referências ao fundo do mar, valem, além das cores, cavalos marinhos, conchas, peixes e todo o tipo de elementos ligados ao mar.

Mas o náutico não é um estilo novo. Você conhece? O estilo Náutico, também conhecido como Navy (Marinha em inglês), é um clássico da moda. Ele foi eternizado por Coco Chanel, nos anos 1920, e se tornou um símbolo de elegância, sendo difundido por estilistas como Jean Paul Gaultier e Emilio Pucci. O estilo reapareceu ainda nos anos 50 e 80, mas sempre volta às passarelas, e nunca saiu realmente de moda. Por isso mesmo, é considerado um clássico. E diga-se de passagem, tem tudo a ver com o estilo pin up.

Trata-se de um estilo que tem características da vida no mar, e tem tudo a ver com os antigos uniformes dos marinheiros. Aliás, as roupas foram criadas por Chanel para que as mulheres pudessem acompanhar seus maridos ao mar, especialmente nas provas de iatismo. A própria Chanel usava peças no estilo Navy para passar férias no balneário francês. Mas a estilista se inspirou em uma moda um pouco mais antiga. No fim do século XIX, a rainha Vitória, da Inglaterra, ao passar férias com seus filhos, decidiu vesti-los com réplicas dos uniformes dos marinheiros, criando assim uma moda Navy infantil, usada pelas crianças nas férias.

O estilo Náutico também foi eternizado no cinema, em filmes como “Marujos do Amor”, de 1945, com Gene Kelly e Frank Sinatra; e “Cinderela em Paris”, de 1957, com Audrey Hepburn e Fred Astaire. As celebridades da época contribuíram para o sucesso do estilo, especialmente nos anos 50. Mas afinal, que elementos constituem o  Navy? Listras, cordas, acessórios ligados ao mar (âncora, ou leme, por exemplo), nós, golas de marinheiro, roupas de cintura alta e de alfaiataria. Não se pode esquecer as marcantes cores do estilo: branco, azul marinho e vermelho. O preto também marca presença, junto aos acessórios dourados. E aí, gostou? A Madame Vintage também tem peças no estilo Navy e com referências ao fundo do mar. Confira: www.elo7.com.br/madamevintage

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terça-feira, 12 de junho de 2012

Os clássicos camafeus


O camafeu é um acessório super feminino e romântico, e com um ar muito retrô, mas nem sempre ele foi considerado um item exclusivamente feminino. Há quem diga que o nome tem origem no francês antigo “camaheu”. Outros dizem que o nome vem do latim “cammaeus”, que quer dizer pedra esculpida ou entalhada. Você conhece a história desse item? Os primeiros camafeus surgiram por volta do ano 300 A.C., em Alexandria, e eram utilizados em joias e adornos para vestimentas. Os antigos gregos e romanos apreciavam muito a peça, e suas imagens preferidas eram de deuses e deusas, cenas mitológicas ou figuras femininas. No período helenístico, mulheres costumavam usar camafeus com a imagem do deus Eros, como um convite sedutor ao amor.


O camafeu, ao contrário do que se pensa, não era um item exclusivamente feminino. Até o século XIX, ele era portado também por homens, decorando elmos, capacetes, peitorais de armaduras, punhos de espada, broches e aneis. No século XVII, um cavalheiro que portasse ou colecionasse camafeus era considerado um homem de cultura refinada. Ele também foi amado e colecionado por algumas personalidades, como o Papa Paulo II e Napoleão Bonaparte. A rainha Victoria, que também tinha predileção pelo camafeu, transformou o item em moda para as mulheres, que começaram a usá-lo por cima das camisas, nos vestidos, ou em uma fita em volta do pescoço.

O camafeu era muito apreciado por nobres e pessoas abastadas, e não aparecia somente nas joias, mas também em vasos, baixelas, taças e copos, entre os séculos XV e XIX.  Hoje, modernizado, ele aparece em diversos looks femininos, e pode ser usado em diversas ocasiões e produções. É um acessório a mais, para quem gosta de se destacar com muita classe. Mais clássico, impossível! Para aderir a essa moda, confira camafeus em nossa loja! www.madamevintage.com.br


terça-feira, 17 de abril de 2012

Belle Époque e Art Nouveau


Belle Époque (“Bela Época”, em francês) foi o período histórico e cultural europeu que começou no final do século XIX, e terminou com a Primeira Guerra Mundial, em 1914.  Essa expressão também serve para designar o clima intelectual e artístico desse período, marcado por profundas transformações culturais. Inovações facilitavam a vida em todos os níveis sociais, e havia efervescência cultural, com o surgimento do cinema, os cabarés e o cancan. A arte tomava novas formas com o impressionismo e a Art Nouveau. No Brasil, esse período começa com a Proclamação da República e tem fim na semana de arte moderna, em 1922.

O estilo chamado Art Nouveau foi típico da Belle Époque, e surgiu no final do século XIX, em reação ao uso abusivo de motivos clássicos ou tradicionais na arte. Em vez de se basear nessa arte clássica, a art nouveau valorizava os ornamentos, as cores vivas e as curvas sinuosas, inspiradas nas formas elegantes das plantas, dos animais e das mulheres. Essa arte é essencialmente decorativa, tendo como principais obras fachadas de edifícios, objetos de decoração, joias, vitrais e azulejos.

Na Madame Vintage, temos vários acessórios em estilo Art Nouveau, que lembram toda a beleza e elegância desse período histórico.  Confira em nossa loja: http://www.madamevintage.com.br/.


terça-feira, 20 de março de 2012

Estilo Pin Up



Cristina Aguilera e Gwen Stefani
Algumas celebridades trouxeram de volta uma moda antiga. Kate Perry, Dita Von Teese, Cristina Aguilera, Gwen Stefani, Katherine Heigl, Scarlet Johanson. Essas são só algumas das conhecidas pin ups modernas, adeptas de um estilo bem retrô, que lembra antigas divas como Rita Hayworth, Greta Garbo e Marilyn Monroe. Isso fez com que essa tendência de moda ficasse em evidência, e aparentemente, ainda não vai desaparecer tão cedo.


As pin ups eram sexy com um ar de inocência
 
Entre os anos 30 e 40, a arte pin up se tornou muito popular nos EUA. Essa arte retratava mulheres (normalmente em desenhos e ilustrações, mas também em fotografias) em poses sensuais, mas ao mesmo tempo, com um ar de inocência, longe da vulgaridade. As ilustrações eram feitas para pendurar, e por isso o nome “pin up”. O auge dessa arte foi nos anos 40, quando os homens lutavam na Segunda Guerra Mundial e levavam seus calendários e fotografias, para admirar belas garotas. A pin up mais famosa foi Betty Page, que ficou conhecida por suas fotos ousadas.

Para seguir essa moda, use calças, shorts e saias com a cintura um pouco mais alta, e não se esqueça de marcar bem a cintura. Para isso, você pode usar um cinto. Insinue bem suas curvas. Uma boa dica, além de marcar a cintura, é usar saias rodadas ou plissadas. Os tecidos mais comuns são Poá (bolinhas), listras, estampas de cerejinhas e xadrez vichy. O estilo Navy (náutico) e o rockabilly (dos anos 50) também têm tudo a ver com pin ups. Nos pés, o clássico scarpin, sapatos boneca, peep toes (dedos de fora) ou o sapato “Salomé”, também conhecido como “T-stripe”. Há ainda outros modelos que remetem à época.

Foto: Revista Capricho
No guarda-roupas de uma pin up, também não pode faltar lingerie sexy. Espartilhos, cinta-liga, meia 7/8 e muita renda. E nada de calcinha pequenininha, pois a lingerie da pin up passa longe da vulgaridade. Na maquiagem, delineador e batom vermelho. E nada de chapinha no cabelo! Elas usavam cachos, que você pode fazer com bobs, baby liss, e até enrolando com os dedos, ao estilo da cena de “O Pecado mora ao lado” (em que Marilyn solta os cachinhos que enrolou com os dedos e prendeu com grampinhos). A franja rolinho (rockability), turbante e lenço no cabelo também são alternativas. Para as bijouterias, invista em algo clássico e discreto, como as de pérolas. 
Na Madame, temos vários modelos de chapéus. Confira na nossa loja! www.madamevintage.com.br

Katherine Heigl e Scarlet Johanson